quinta-feira, 2 de junho de 2016


Quarta-feira, 1 de junho de 2016 às 18:31   (Última atualização: 01/06/2016 às 21:29:06)

Vamos trabalhar com um objetivo comum, diz nova presidente do BNDES sobre equipe econômica

Maria Silvia Bastos Marques ao tomar posse como presidente do BNDES em cerimônia nesta quarta-feira (1°) Palácio do Planalto. Foto: Beto Barata/PR
Maria Silvia Bastos Marques ao tomar posse como presidente do BNDES em cerimônia nesta quarta-feira (1°) Palácio do Planalto. Foto: Beto Barata/PR
Após assumir a presidência do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Maria Silvia Bastos Marques afirmou que uma característica importante da equipe econômica do governo Temer é que “nós não vamos trabalhar de forma isolada”. Na cerimônia de posse nesta quarta-feira (1°), no Palácio do Planalto, ela garantiu que o BNDES cumprirá seu papel de fomentar o crescimento para que o País supere o momento econômico.
“Nós vamos trabalhar como uma equipe, um objetivo comum. Acho que isso vai facilitar muito e a gente vai conseguir andar rápido para conseguir exatamente o que todos desejam, que é retomar o crescimento da economia”, avaliou.
E apontou que, entre as áreas de atuação prioritárias do BNDES, estarão infraestrutura, concessões e parcerias, porque alavancam “os investimentos privados trazem qualidade de vida para a população por melhores serviços”.
Respondendo sobre a devolução pelo banco de R$ 100 bilhões em ativos que pertencem ao Tesouro Nacional, a presidente esclareceu que não se trata de uma redução da capacidade do banco de financiar investimentos.
“Esses R$ 100 bilhões foram calculados em conjunto com o próprio BNDES, eu também participei dessa discussão. Os R$ 40 bilhões que serão devolvidos agora foram definidos exatamente como excesso de caixa previsto para esse ano, comparadas as premissas de desembolso e recebimento. Os outros recursos serão devolvidos em um ou dois anos, também de acordo com a expectativa”, explicou.
Maria Silvia apontou ainda que, com a retomada do ciclo positivo na economia, o banco pode, por exemplo, captar recursos privados no mercado de capitais, com debêntures e com captações externas. “Em um mercado normal, na economia normal, eu acredito que essa questão de possibilidade de restrição de recursos, ela não existirá e se existir, será um bom problema, sinal que a economia cresceu e nós temos muita demanda. Nós vamos correr atrás desses financiamentos”.
Perfil
Maria Silvia Bastos Marques foi pesquisadora da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e professora da PUC-RJ. Já foi diretora do BNDES e presidiu a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN). Foi também secretária da Fazenda Nacional na capital do Rio de Janeiro, entre outros cargos no setor público.
Quarta-feira, 1 de junho de 2016 às 18:21   (Última atualização: 01/06/2016 às 18:36:16)

Vamos recuperar o prestígio da Petrobras, diz novo presidente da empresa

Pedro Parente tomou posse nesta quarta-feira em cerimônia com a presença do presidente interino Michel Temer. Foto: Beto Barata/PR
Pedro Parente tomou posse nesta quarta-feira (1º) em cerimônia com a presença do presidente interino Michel Temer. Foto: Beto Barata/PR
O novo presidente da Petrobras, Pedro Parente, afirmou nesta quarta-feira (1º) que a prioridade da sua gestão é recuperar o prestígio que a empresa estatal já teve junto à sociedade brasileira e aos seus colaboradores. A declaração foi feita após cerimônia de posse no Palácio do Planalto.
“A equipe lá é boa e nós vamos trabalhar com muito afinco, com muita vontade e com muita determinação para que a gente faça essa empresa voltar ao seu papel, à relevância e à importância que ela sempre teve”, disse Parente.
Ele elogiou a atual área financeira da empresa, que vem fazendo bons negócios. “Fizemos recentemente uma emissão de títulos. Teve uma demanda muito acima da oferta e nós temos que trabalhar para que, com os nossos próprios meios, a gente possa resolver essa situação”.
Parente está confiante que, apesar do cenário desafiador, com PIB negativo, a Petrobras vai voltar a ser motor do desenvolvimento do País. “Nós vamos trabalhar e, portanto, contribuir para reverter esse PIB negativo”.
Perfil
Parente é o atual presidente do Conselho de Administração da BM&F Bovespa, foi ministro da Casa Civil e ministro interino de Minas e Energia no governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (FHC). Participou da comissão de transição do governo FHC para o do ex-presidente Lula. Atuou como consultor do Fundo Monetário Internacional (FMI) e de instituições públicas no País, inclusive da Assembleia Nacional Constituinte de 1988.

Quarta-feira, 1 de junho de 2016 às 17:53   (Última atualização: 01/06/2016 às 21:29:46)

Caixa retomará obras paradas do Minha Casa Minha Vida, diz Occhi

Gilberto Occhi ao tomar posse no cargo de presidente da Caixa Econômica Federal, em cerimônia no Palácio do Planalto. Foto: Beto Barata/PR
Gilberto Occhi ao tomar posse no cargo de presidente da Caixa Econômica Federal, em cerimônia no Palácio do Planalto. Foto: Beto Barata/PR
Em entrevista após cerimônia de posse como presidente da Caixa Econômica Federal, nesta quarta-feira (1°), no Palácio do Planalto, Gilberto Occhi anunciou que o banco irá retomar imediatamente as obras do Minha Casa Minha Vida (MCMV) que estão paralisadas. Ele informou que, já na próxima semana, será realizada uma reunião com os ministérios do Planejamento e das Cidades para tratar sobre o tema.
“E não só para o MCMV, mas também para as outras obras que estão em andamento ou que por falta de recursos foram paralisadas. Nós vamos fazer um trabalho em conjunto para encontrar uma solução de retomada dessas obras”, declarou.
De acordo com Occhi, a orientação recebida do presidente Michel Temer foi no sentido de dar celeridade aos projetos que ficaram aguardando essa definição na gestão do banco. “Agora nós vamos colocar o pé no acelerador, voltar a fazer os investimentos e acelerar aquilo que é possível fazer”.
Um dos caminhos que ele aponta para atingir este objetivo é o de investir “cada vez mais” no comércio, na indústria e no setor produtivo, estabelecendo uma parceria com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e com o Banco do Brasil.
Também disse ser necessário fazer o “dever de casa interno” de ajuste de eficiência e de melhoria dos resultados. “Vamos trabalhar para que sejam retomadas as ações produtivas para que o Brasil possa voltar a crescer, reduzir esse número significativo de desempregos que nós temos hoje em dia. A Caixa vai continuar a ser o grande contribuidor dessas medidas apoiando o governo federal e principalmente o Brasil”.
Perfil
Occhi, que já foi ministro das Cidades e da Integração Nacional, é graduado em Direito e tem pós-graduação nas áreas de Finanças e Mercado Financeiro pela Universidade de Vila Velha (ES). Ele também cursou Gestão Empresarial pela UnB e Comércio Exterior pela Universidade Católica de Brasília. Ingressou na Caixa Econômica Federal em 1980 e acumulou experiência como gerente em diversas áreas da Instituição Financeira e do Banco Nacional da Habitação (BNH), como: tesouraria, saneamento, habitação popular e cobrança.
Quarta-feira, 1 de junho de 2016 às 17:17   (Última atualização: 01/06/2016 às 21:26:37)

Bancos Públicos são importantes para recuperação da economia, diz novo presidente do BB

Caffarelli recebeu o termo de posse das mãos do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles. Foto: Beto Barata/PR
Caffarelli recebeu o termo de posse das mãos do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles. Foto: Beto Barata/PR
O novo presidente do Banco do Brasil, Paulo Rogério Caffarelli, afirmou nesta quarta-feira (1º) que os bancos públicos serão um importante instrumento do governo para a recuperação da economia do País. A declaração foi feita hoje, após a cerimônia de posse com a presença do presidente interino Michel Temer, no Palácio do Planalto.
“O Banco do Brasil e as outras duas instituições estatais, Caixa e BNDES, estão juntos em busca de soluções para o momento econômico do País. Isso se faz com estímulo à exportação, com aumento do crédito para as empresas, com efeito na retomada do crescimento econômico”, disse Caffarelli.
Em seu discurso durante a posse, Temer disse que o novo presidente tem intimidade com o Banco do Brasil. “[Caffarelli] começou na empresa como menor aprendiz, e tornou-se funcionário de carreira até chegar à presidência. Portanto, tem essa intimidade com o Banco do Brasil”.
Perfil
Paulo Rogério Caffarelli é graduado em Direito, com MBA em Direito Societário e Finanças pela FGV, especialização em Comércio Exterior pela FAE/CDE Curitiba e em Direito no Comércio Internacional pela IBEJ Curitiba, além de mestrado em Gestão e Economia de Negócios pela UNB. Ocupava o cargo de Diretor Executivo da Companhia Siderúrgica Nacional – CSN, em março de 2015. Antes, atuou como Secretário-Executivo do Ministério da Fazenda, no período de 2014 a 2015. Iniciou a sua carreira profissional no Banco do Brasil, onde trabalhou por mais de 30 anos, em diversos cargos da Diretoria Executiva do BB. Exerceu as funções de Vice-Presidente de Cartões e Novos Negócios de Varejo e de Vice-Presidente de Negócios de Atacado, Negócios Internacionais e Private Bank. Exerceu, também, as funções de Diretor nas Diretorias de Distribuição, de Logística, de Marketing e Comunicação e de Novos Negócios de Varejo.
Quarta-feira, 1 de junho de 2016 às 15:50   (Última atualização: 01/06/2016 às 18:35:05)

Equilíbrio fiscal é fundamental para o crescimento econômico, diz novo presidente do Ipea

Ernesto Lozardo assumiu a presidência do Ipea hoje ao assinar o termo de posse junto com o ministro interino do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, Dyogo Oliveira. Foto: Beto Barata/PR
Ernesto Lozardo assumiu a presidência do Ipea hoje ao assinar o termo de posse junto com o ministro interino do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, Dyogo Oliveira. Foto: Beto Barata/PR
O novo presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Ernesto Lozardo, afirmou, após tomar posse nesta quarta-feira (1º) em cerimônia no Palácio do Planalto, que o horizonte para o crescimento econômico está no aumento da competitividade e no equilíbrio fiscal do País.
“Sem equilíbrio fiscal, não dá para se pensar em nada em termos de prosperidade e crescimento, muito menos em ter uma cidade mais próspera”, disse.
Segundo Lozardo, para chegar a esse equilíbrio, é preciso atrair investimentos estrangeiros. “Tudo isso dentro de uma arquitetura política e fiscal estável e no ganho na credibilidade da sociedade. Ou se tem possibilidade para todos ou não tem possibilidades”.
Sua missão no comando do Ipea, disse o novo presidente, “é de construir esse plano estratégico econômico e definir como cada área do governo e da sociedade estão inseridas nesse contexto”.
Perfil
Lozardo, economista e professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV), graduou-se em Administração na New York University (EUA) e foi secretário do Planejamento e Economia do estado de São Paulo, diretor presidente da Companhia de Informática do Estado de São Paulo (Prodesp) e diretor da Caixa Seguros.

Nenhum comentário:

Postar um comentário