domingo, 2 de dezembro de 2012

SEMINÁRIO:


Aluizio foi presença marcante em seminário



O impacto social e ambiental da exploração do petróleo nos municípios produtores, em especial de Macaé, e a necessidade de buscar a transparência na aplicação dos royalties e de melhorar a fiscalização e a legislação para minimizar a ocorrência de danos ambientais foram os principais assuntos do Seminário Royalties e Sustentabilidade, realizado neste sábado (1°) no auditório do Senai.  O deputado federal e prefeito eleito de Macaé, Aluizio Jr., foi presença marcante no evento.


O veto parcial da presidente Dilma Rousseff ao Projeto de Lei 2565/11, mantendo os royalties do petróleo dos contratos já licitados para estados e municípios produtores, além da destinação dos recursos do pré-sal exclusivamente para a Educação também foram abordados no evento, promovido pelo Partido Verde do Estado do Rio de Janeiro, e que contou com a presença da deputada estadual Aspásia Camargo, do delegado da Polícia Federal Fábio Scliar e do deputado federal e prefeito eleito de Macaé, Dr. Aluízio.



Diante do público que lotou o auditório e composto por professores, pesquisadores, políticos e jornalistas, que vieram de diversos municípios da região e do estado, como São Francisco do Itabapoana, Rio das Ostras, Italva, Duque de Caxias, Rio de Janeiro e Nova Iguaçu, os palestrantes discutiram propostas para a aplicação dos royalties. A mediação foi do presidente estadual do PV, Fernando Guida. 



Primeira a discursar no seminário, a deputada estadual Aspásia Camargo comemorou o veto de Dilma, mas criticou a decisão da presidente em aplicar os recursos integralmente na educação. "Temos que comemorar essa boa notícia, a tragédia não vai se abater sobre nós de imediato. Mas quero deixar claro que sou contra a vinculação dos recursos unicamente à educação. A educação é importante, mas não é nada sozinha. Ela tem de vir junto com oportunidades de emprego, capacitação profissional, vocação econômica bem definida, saneamento básico", afirmou.



Utilizando como exemplo casos em que atuou como investigador, como a poluição, por petróleo, do rio Guandu, em Duque de Caxias, e o caso Chevron, maior acidente de derramamento de óleo na Bacia de Campos, ocorrido em 2011, o delegado federal Fábio Scliar abordou o que chama de mito acerca dos royalties. "É preciso desfazer o mito de que os royalties são devidos a estados e municípios produtores por causa do risco futuro de desastre ambiental devido a acidentes. Os royalties são compensação, mas acima de tudo esses estados e municípios são credores desses valores porque a poluição e os danos ambientais são diários e não uma ameaça”, destacou o delegado, que alertou sobre a importância de endurecer a legislação para evitar que a exploração do pré-sal, ainda em desenvolvimento, aumente o risco de desastres ambientais.



Já Dr. Aluízio ressaltou que não se pode falar de sustentabilidade sem incluir a necessidade de se promover o desenvolvimento social de forma equilibrada. "O grande dano da exploração do petróleo não é ambiental, é social. Aqui em Macaé, única cidade impactada pela indústria do petróleo no país, tudo aconteceu muito rápido e as mazelas advindas desse crescimento são grandes. É preciso combater a pobreza e a miséria, levar água encanada, pavimentação, saneamento, educação de qualidade. Enquanto o cidadão não for mais respeitado, a sustentabilidade estará fragilizada."



AINDA O VETO DE DILMA

Relator defende que projeto

 derrube veto de Dilma




O senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), relator do projeto aprovado no Congresso que redefiniu a divisão dos royalties do petróleo, defendeu que o Congresso derrube o veto da presidente da República, Dilma Rousseff, ao artigo 3º do projeto.
 

O veto impede a diminuição dos recursos para os estados produtores nos contratos atualmente em vigor e o aumento para os estados não produtores. Vital integra a bancada dos estados não produtores de petróleo, que sairiam beneficiados caso esse trecho do projeto não tivesse sido vetado.
 

““Eu lamento a posição da presidente em nome dos 24 estados [não produtores], em nome de todas as bancadas que lutaram ao longo de dois anos por este grande avanço social. Em nome de 170 milhões de brasileiros, que queriam que esta riqueza não ficasse concentrada apenas em alguns poucos municípios e confesso que me surpreendeu esta posição. Mas respeito [a posição] porque o Congresso também deve ser respeitado se derrubar o veto”, disse Vital.
 

Vital defende que seja feita uma convocação rápida do Congresso Nacional para votar a derrubada ou não do veto da presidente ao artigo 3º do projeto.
 

“Cabe a nós também marcarmos imediatamente uma convocação extraordinária do Congresso para que novamente as bancadas se manifestem, porque já houve da Câmara e do Senado as manifestações da grande maioria. É uma pena [o veto] porque os estados estão passando por uma crise terrível, os municípios sofrendo, mas cabe a nós uma reação. A reação vai ser respeitosa e democrática do Congresso Nacional”, declarou.
 

Os royalties são tributos pagos ao governo federal pelas empresas que exploram petróleo, como forma de compensação por possíveis danos ambientais causados pela extração. Participação especial é a reparação pela exploração de grandes campos de extração, como da camada pré-sal descoberta na costa brasileira recentemente.

OPINIÃO:

João Direnna escreve:

 "Poço de incertezas"






Tem gente achando que o veto parcial da presidente Dilma é definitivo e não haverá mais mudança na forma de dividir os royalties de petróleo recolhidos nos campos já em exploração. Mas ela e mais um monte de gente sabe que não é bem assim. O veto ainda pode ser derrubado pelo Legislativo. Nesse caso, conforme a Constituição, o mesmo deve ser apreciado em sessão conjunta pelo Congresso Nacional, só podendo ser rejeitado pelo voto secreto da maioria absoluta dos deputados federais e senadores. Sua manobra e a do governo, hábil neste momento em que estão pensando mais à frente, na reeleição, por exemplo, conseguirá, no máximo, deixá-la bem com uma boa parte do eleitorado fluminense e capixaba, além de ganhar tempo para que procuradores destes estados e municípios - onde se concentra 90% da produção nacional - aperfeiçoem as teses para uma provável batalha judicial a desaguar, mesmo, no STF. Nos próximos dias o que mais se ouvirá são discursos a favor e contra a decisão da presidente e, até o veredicto final, muito óleo irá rolar para baixo da ponte.
João Direnna - Psicólogo e jornalista
Quissamã - RJ

Mega-Sena da virada

Mega -Sena da virada estão nas casas lotéricas


As casas lotéricas já começaram a receber apostas para a Mega-Sena da Virada. A previsão inicial da Caixa Econômica Federal é que o concurso pague prêmio de R$ 180 milhões. O concurso especial nº 1.455 será sorteado em 31 de dezembro. O prêmio da Mega da Virada não acumula. Caso não haja ganhador o valor será somado ao rateio dos acertadores de cinco números.
 

Caso um único ganhador receba a bolada e aplique o valor integral do prêmio na poupança, poderá ter uma aposentadoria tranquila com rendimentos de mais de R$ 769 mil por mês, o que equivale a cerca de R$ 26 mil por dia. No ramo imobiliário, a fortuna é suficiente para comprar um bairro inteiro com 900 casas, no valor de R$ 200 mil cada, ou ainda uma frota de 1,8 mil carros de luxo.
 

Bolão 

É o primeiro sorteio da Mega da Virada em que os apostadores poderão participar em grupo, cada um com seu recibo individual. Os bolões têm preço mínimo de R$ 10 e cada cota deve ser de, pelo menos, R$ 4, sendo possível realizar um bolão de até 100 cotas. 
 

Caso dez pessoas organizem um bolão com um jogo de 10 números, pagarão individualmente R$ 42 e cada apostador do grupo receberá cerca de R$ 18 milhões, caso sejam contempladas. Ao ser registrada no sistema, a aposta gera um recibo de cota para cada participante.

sábado, 1 de dezembro de 2012


Registramos o anversário do advogado
  Vinícius  Gonçalves Lopes, que comemora amanhã em companhia de  sua namorada  e familiares para gostosa churrascada,
enviamos felicidades, por essa data. 
blg macaé em pauta
Rubem. lelene e Ruben Pereira.



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