quinta-feira, 1 de maio de 2014

e 2014

Cidade é a melhor do País em Desenvolvimento Social

Foto: Jorge Ronald
Foto aérea do bairro Boca da Barra e o encontro do rio com o mar
Pesquisa destacou investimentos em Educação e geração de emprego e renda
Foto: Mauricio Rocha
Foto dos alunos, professores e servidores do Instituto de Educação Municipal dando uma abraço simbólico no prédio
Criação do Instituto de Educação melhorou a oferta e qualificação de professores
Foto: Mauricio Rocha
Foto aérea da Zona Especial de negócios de Rio das Ostras
Criação da ZEN impulsionou desenvolvimento
Rio das Ostras ganhou destaque especial no Brasil neste mês. Logo após o Município receber o Prêmio Prefeito Empreendedor, do Sebrae, por seus projetos de fomento ao emprego e geração de renda, uma pesquisa nacional apontou a cidade como a melhor em Desenvolvimento Social, entre aquelas com mais de 100 mil habitantes. O estudo foi publicado pela Revista Exame, na última edição, no 1064. 

A pesquisa, realizada por uma consultoria independente, também classificou Rio das Ostras como a 2ª colocada em Desenvolvimento Econômico e a 16ª melhor cidade para se investir, à frente de capitais como São Paulo (18º) e Fortaleza (24º). 

O estudo da consultoria Urban Systems analisou 293 cidades brasileiras acima de 100 mil habitantes, com base em 27 indicadores de áreas como Educação, Saúde, Economia, Sociodemografia, entre outras. Rio das Ostras conquistou o primeiro lugar em desenvolvimento social por investimentos importantes como a criação da Zona Especial de Negócios (Zen), do Instituto Municipal de Educação de Rio das Ostras (Imero) e pelo planejamento da cidade, iniciado com a criação do Plano Diretor do Município, em 1999. 

A cidade hoje se beneficia das medidas que foram iniciadas no final da década de 90, pensando no crescimento sustentável e na independência da receita dos royalties do petróleo. 

Segundo a Revista Exame, graças a esses e outros investimentos públicos, a qualidade de vida, que de acordo com a publicação, “teria tudo para piorar” com o grande aumento populacional, melhorou. “Rio das Ostras deixou de ser a prima pobre de Macaé e de Búzios para se transformar numa das cidades brasileiras que mais avançaram em indicadores sociais e econômicos”, descreve a reportagem. 

EDUCAÇÃO - O estudo utiliza os números da Firjan para mostrar que o salário dos trabalhadores locais aumentou em 81%. Com destaque na Educação, a pesquisa aponta que hoje o abandono escolar é quase zero e a maioria dos professores da Rede Municipal têm nível superior. A nota dos alunos também está acima da média brasileira. 

A revista ouviu o especialista Guilherme Mercês, da Firjan, que confirma que a cidade faz bom uso da sua receita de royalties. “Esse dinheiro só se transforma em melhores serviços públicos se for bem aplicado”, descreve Mercês, que ainda diz que a cidade tem “muito boa saúdefinanceira” e que vem buscando reduzir a dependência dos repasses da exploração de petróleo. 

Mas o grande destaque da cidade se deu por seu planejamento. 

“Quando propusemos nosso Plano Diretor, buscamos equilibrar nossa vocação turística com a atração de novos negócios, criação de empregos, aumento dos salários e qualificação dos nossos moradores. Estamos no momento de resgatar esse desenvolvimento, priorizando a Educação, Saúde e os projetos sociais. Ainda há muito trabalho pela frente”, diz o prefeito Sabino. 

A Revista Exame identifica a retomada do desenvolvimento ordenado do Município, com a rediscussão pública do seu Plano Diretor. “A cidade está refazendo o plano diretor com vistas a 2030. É sinal de que novos saltos de qualidade podem vir pela frente”, encerra o texto. 

PRÊMIO – O estudo nacional confirma o reconhecimento recebido pela cidade por seus projetos de geração de renda e oferta de oportunidades aos pequenos e médios empreendedores. O Sebrae concedeu, no último dia 14, o prêmio de Prefeito Empreendedor a Rio das Ostras, na categoria Novos Projetos, disputado entre todos os municípios do Rio de Janeiro.
Feriado prolongado movimenta pontos turísticos de Búzios
Por Ascom Búzios em 22/04/2014
Um dos destinos mais procurados por brasileiros e estrangeiros durante o ano todo, Búzios teve um movimento intenso de visitantes neste feriado prolongado. O descanso que começou na Sexta-Feira Santa, dia 18, trouxe para este requisitado paraíso mais de 250 mil visitantes. O recesso terminou para a maioria dos brasileiros nesta segunda-feira, dia 21, mas deve se prolongar até quarta-feira, dia 23, para os fluminenses, por conta do feriado estadual em que se comemora o Dia de São Jorge. 

De acordo com o Secretário de Turismo, José Márcio Moreira dos Santos, o número de turistas atingiu a expectativa. “O termômetro são as praias bastante movimentadas, os restaurantes e o comércio bem frequentados, e a rede hoteleira com 85% de ocupação. Muitos jovens e famílias curtiram os atrativos de Búzios”, afirmou ele.



Fumdec participa de reunião para ampliar o aeroporto de Macaé

Publicado em 01/05/2014 Editoria: Macaé sem comentários Comente! Imprimir

 

Divulgação
Divulgação
A Prefeitura participou de uma reunião, nesta quarta-feira (30), com a equipe técnica que faz parte do consórcio Concremat-Themaq, contratado pela Secretaria de Aviação Civil (SAC) para realizar estudos sobre a ampliação do aeroporto de Macaé.

De acordo com informações do presidente do Fundo Municipal de Meio Ambiente (Fumdec), Vandré Guimarães, a condução e gestão do projeto do Estudo de Viabilização Técnica (EVT) será conduzida pelo Fumdec e Subsecretaria de Indústria e Comércio- órgão que terá o contato direto com a Secretaria de Aviação Civil (SAC), responsável pela atuação direta com os executores.

Ele acrescentou ainda que essa mesma equipe viabilizará o estudo em mais 29 aeroportos do país. “Está previsto que a o aeroporto de Macaé, assim como o aeroporto do Rio de Janeiro, receberá aeronaves como EMB 190 – da família 737, o Airbus A 319 e A 320, aeronaves utilizadas pelas maiores operadoras do Brasil como TAM, e Gol”, ressaltou.

Vandré ressaltou ainda que o aeroporto de Macaé já está em fase de expansão e terá capacidade de receber aeronaves de grande porte, com capacidade maior do que o aeroporto de Campos.

De acordo com a opinião dos técnicos a situação de Macaé é vantajosa, uma vez que no município se tem preservado o que é mais difícil entre os demais municípios, que é a área.

- A existência de um aeroporto qualificado é um dos pilares para o desenvolvimento econômico de Macaé, uma vez que oferece suporte a indústria de serviços de óleo e gás baseados na cidade e também destaca o município como um importante Hub logístico de cargas e passageiros. Isto em prioridade para a gestão atual - destacou o presidente do Fumdec, Vandré Guimarães.

Participaram também da reunião o secretário de Ambiente, Guilherme Sardenberg; o secretário de Planejamento, José Manuel Alvitos; o coordenador da Câmara Permanente de Gestão (CPG), José Walmir Dias; e o secretário de Obras e Urbanismo, Antônio Pires.
› FONTE: Macaé News (www.macaenews.com.br)

PREFEITURA DE MACAÉ REALIZA A PRIMEIRA RODADA DE NEGÓCIOS DO BRASIL

A Prefeitura de Macaé, por meio do Fundo Municipal de Desenvolvimento Econômico (Fumdec), é a primeira administração pública municipal do Brasil a realizar uma ”Rodada de Negócios”, desenvolvida pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). O objetivo é promover o encontro entre empresas compradoras e fornecedores, incentivando a criação de grandes parcerias de negócios. A apresentação da Rodada acontece no dia 8 de maio, na Firjan- Auditório Senai, das 18h às 22h.
A apresentação será voltada para informar aos empresários quanto às ações que serão desenvolvidas no dia da Rodada de Negócios, além de explicar o procedimento de políticas de compras do setor público. Os empresários, pequenos ou não, que desejarem participar da apresentação, precisam apenas estar presentes ao evento.
Já para a Rodada, que será realizada no dia 4 de junho, em que também será lançado o cadastro de fornecedores online, os empresários precisam seguir alguns procedimentos específicos, como a inscrição prévia. Os detalhes serão divulgadas no dia da apresentação.
O presidente do Fumdec, Vandré Guimarães, ressalta a importância de oferecer oportunidades de ingresso aos micro e pequenos empresários nas licitações públicas.
- Quando expandimos a concorrência, abrimos a possibilidade de comprarmos a preços menores e darmos competitividade ao segmento -, aponta Vandré, acrescentando a importância da aproximação do setor público com o setor privado.
Essa primeira Rodada conta com a participação do Fumdec; Secretaria Municipal de Ordem Pública; Fundação de Esporte e Turismo (Fesportur); Fundo Ambiental da Secretaria de Ambiente e Fundação Educacional Macaé (Funemac).
A Firjan/Senai, local da apresentação, está localizada na estrada Virgem Santa, s/n, Quadra 2 – Bairro Botafogo – Macaé – RJ.
Para mais informações, os empresários podem entrar em contato com o Fumdec, localizado à Rua Agenor Caldas, número 261 – Imbetiba - Macaé. Telefone: 2796-1277.

A eternidade de Senna



Postado em 01 mai 2014

Senna
“Tenho uma confissão a fazer”, disse, emocionado, o jornalista inglês Jeremy Clarkson no final de um tributo a Ayrton Senna no  programa automobilístico que ele comanda, o Top Gear. Clarkson é, provavelmente, o jornalista mais respeitado quando o assunto é carros não só na Inglaterra – mas em todo o mundo. “Nunca fui fã do Senna. Meu piloto predileto sempre foi o Gilles Villeneuve. Mas depois de ver horas e horas de vídeo para fazer este programa vi que o Villeneuve foi espetacular em algumas corridas ao passo que o Senna foi espetacular cada vez que se sentou num carro de Fórmula 1.” (Você pode ver o vídeo do programa no pé deste artigo, publicado originalmente na revista Alfa.)
Na homenagem a Senna, o Top Gear caprichou. Presenteou o campeão mundial Lewis Hamilton – e por extensão os telespectadores – com uma volta na lendária McLaren em que Senna conquistou a imortalidade na Fórmula 1 com suas vitórias e títulos fundados nua mistura única de audácia extrema, dedicação completa e pilotagem cerebral. Hamilton disse que era um dos momentos mais felizes de sua vida. E contou que se lembrava perfeitamente do dia em que Ayrton Senna morreu – em maio de 1994, aos 34 anos, quando um problema em sua carro o impediu de fazer a Curva Tamburello, no momento em que ele liderava o GP de Ímola, na Itália. “Minha mãe me contou. Eu tinha nove anos. Posso recriar a cena inteira ainda hoje. Chorei profundamente.”
De tempos em tempos, uma morte tem o poder de comover e marcar milhões de pessoas, irmanadas num luto que cruza fronteiras e atravessa os anos. Foi o que aconteceu em dezembro de 1980, quando um fã descarregou sua arma em John Lennon em frente do edifício em que este morava em Nova York, o Dakota. E foi também o que aconteceu no domingo trágico de 1994 em Ímola. Pessoas numa quantidade formidável – não só no Brasil, mas mundo afora – são capazes de, como o piloto Lewis Hamilton, lembrar, quase vinte anos depois, o que estavam fazendo no preciso momento em que souberam da morte de Senna.
As estatísticas explicam parte do fascínio duradouro exercido por Senna.  Nos anos em que correu na Fórmula 1, ele conquistou três títulos, ganhou 41 vezes e fez 65 pole positions. É muita coisa, mas outros pilotos têm números superiores aos dele. O alemão Michael Schumacher, por exemplo, tem sete títulos e 91 vitórias.  Recentemente, vários pilotos foram ouvidos sobre quem foi o maior da história. O espanhol Fernando Alonson disse na hora: “Senna”. Hamilton também. Felipe Massa e Rubens Barrichello igualmente citaram Senna imediatamente diante da pergunta. O finlandês Mika Hakkinen, duas vezes campeão na década de 1990, ficou também com Senna. Ao saber da escolha de seus colegas, o próprio Schumacher disse: “Se me perguntarem quem foi o maior piloto de todos, eu também fico com o Senna”.
Como explicar o triunfo de Senna sobre os números que lhe são desfavoráveis? Primeiro, e acima de tudo, é preciso considerar que na Fórmula 1 o carro faz muita diferença – e Schumacher foi beneficiado por isso em diversas temporadas. Na Ferrari, particularmente, Schumacher não apenas teve um automóvel muito acima dos demais como ganhou da equipe companheiros que estavam na pista basicamente para ajudá-lo. Numa de suas vitórias, Schumacher ultrapassou seu colega de Ferrari Barrichello no momento em que este, por ordem da escuderia, virtualmente parou para que ele pudesse vencer. Foi um triunfo ultrajante. Mesmo assim, está computado nos números de Schumacher. Se não bastassem as supermáquinas e a posição ultraprivilegiada na Ferrari, Schumacher teve a sorte de correr numa era de pilotos medíocres.
Senna, ao contrário, competiu com gigantes como Alain Prost, com quem protagonizou uma das mais eletrizantes rivalidades da Fórmula 1. Nos dois anos em que eles foram companheiros na McLaren, em 1988 e 1999, Senna e Prost com seus carros vermelhos e brancos idênticos elevaram a Formula 1 a um patamar de competição e espetáculo que nunca mais voltaria a ser alcançado posteriormente. Disputaram o título nos dois anos volta a volta, prova a prova. Senna derrotou Prost em 1988 e só não repetiu isso em 1989 porque foi fechado pelo rival na prova decisiva quando estava prestes a passá-lo. (Em 1990, Senna daria o troco a Prost, batendo propositadamente na Ferrari deste logo na primeira curva da corrida que definiria o título, no Japão. Senna seria campeão se Prost não terminasse a prova, e Senna logo providenciou isso ao manter o carro descaradamente numa linha reta quando Prost ia tomando a ponta na curva.)
Senna, fora Prost, enfrentou nas listas outros pilotos formidáveis, como o brasileiro Nelson Piquet e o inglês Nigel Mansell. Por tudo isso, Senna prevalece nas comparações com Schumacher. É como se em Schumacher o mundo da Fórmula 1 visse a ação do carro superior aos outros e dos cartolas, para não falar dos adversários limitados, e, em Senna, puramente o fator humano. O mito é também alimentado pela morte prematura e sensacional. Mas a imagem de Senna como um piloto extraordinário nasceu bem antes que ele vencesse sua primeira prova na Fórmula 1. Mais precisamente: antes que ele disputasse sua primeira corrida na principal categoria do automobilismo mundial.
Senna deixou o Brasil para viver na Inglaterra, a pátria das corridas de automóvel, em 1981, aos 21 anos. No Brasil, ele já era conhecido como um piloto incomum graças a uma coleção de vitórias obtidas no kart desde que era criança. (No resto da vida, Senna falaria com nostalgia dos tempos de kart, em que o que havia era “pura corrida, sem dinheiro, sem politicagem”.) Na Inglaterra, Senna logo chamaria a atenção dos dirigentes das principais escuderias de Fórmula 1 ao ser campeão em divisões inferiores em 1982 e 1983 bem a seu estilo – ultrapassagens sensacionais e inconformismo com outra posição que não fosse a primeira. Sua vontade de vencer – colossal, para muitos doentia, mas sem dúvida essencial para que ele fosse o que foi – tem um bom paralelo, nos dias de hoje, com a gana do tenista espanhol Rafael Nadal.
Logo em sua primeira temporada na Fórmula 1, na pequena Toleman, Senna confirmou as expectativas elevadas em torno de seu futuro. Numa prova em que uma chuva forte praticamente igualou os carros, Senna, para admiração e surpresa de todos, parecia dirigir como se a pista só para ele estivesse seca. Largou de trás, foi passando um a um, com seu carro modesto, os adversários e quando tirava quatro segundos por volta do líder Alain Prost a corrida foi interrompida. Foi o primeiro de uma série memorável de desempenhos na chuva. A familiaridade de Senna com as pistas encharcadas veio dos dias de menino. Ele gostava de ir ao kartódromo, emSão Paulo, quando chovia. Senna logo iria para equipes melhores – primeiro a Lotus, intermediária, e depois para a McLaren, onde ele viveria seus dias de ouro.
Em Senna se reuniam vários contrastes. O piloto exuberante se transformava, fora do carro, num homem discreto. Reservadamente, sem espalhafato, ele assim que pôde começou a ajudar crianças pobres em seus estudos – a maneira mais eficiente de permitir que ascendam. No documentário “Senna”, uma de suas falas apontava para algo que é hoje intensamente debatido no mundo: a disparidade social. No Brasil, notava ele, a beleza natural tem como contrapartida a violência, “provocada pela desigualdade”. Na pista, Senna ajudou brasileiros de todas as classes  — alegrando-os com suas vitórias nos domingos pela manhã e mostrando, ao carregar a bandeira do país nas voltas de comemoração, que o Brasil tinha, sim, jeito.
Era religioso. Disse – com a proeza suprema de não cair no ridículo – que falou com Deus ao ganhar seu primeiro título.  A fé vinha da mãe, Neide. Numa entrevista no começo da carreira de Senna, ela disse que pedia a Deus todos os dias que nada acontecesse com o garoto. Dez anos depois, o carro pilotado por seu filho não faria a curva Tamburello. Não existe registro, na história recente do país, de uma comoção comparável à que se viu no enterro de Senna.
Em seu túmulo, no Cemitério do Morumbi, está gravada uma inscrição: “Nada pode me separar do amor de Deus”. Pessoas mais céticas podem não acreditar em tais palavras, extraídas da bíblia. Mas ninguém ousaria discutir que nada pode separar Ayrton Senna do coração de milhões e milhões de pessoas de todas as partes que tiveram o privilégio de um dia vê-lo nas pistas – indomável, insaciável e, para muitos, absolutamente incomparável.

Paulo Nogueira
Sobre o Autor
O jornalista Paulo Nogueira é fundador e diretor editorial do site de notícias e análises Diário do Centro do Mundo.
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'Getúlio' estreia nesta quinta-feira em todo o Brasil

01.Mai.2014
Chega aos cinemas, neste feriado do Dia do Trabalhador (01/05), o filme Getúlio, que conta com nosso patrocínio. Dirigido por João Jardim ("Janela da Alma" e "Lixo Extraordinário"), o thriller político retrata os momentos finais da crise que levou à morte do então presidente Getúlio Vargas, nos 19 dias que antecedem o 24 de agosto de 1954.
Com produção de Carla Camurati, o filme chega aos cinemas no ano em que se completam seis décadas da morte do presidente, interpretado por Tony Ramos. O elenco conta também com Alexandre Borges, no papel de Carlos Lacerda; Drica Moraes, como Alzira Vargas, filha de Getúlio; entre outros.
A direção de fotografia é assinada por Walter Carvalho, que leva para a trama recursos próprios da linguagem do cinema documental. Confira o trailer:

                         SALVE!!!!!! JORGE!