terça-feira, 1 de julho de 2014

e 2014

Prefeitura cede prédio para implantar unidade do Senai

Foto: Gabriel Sales
Prefeito Sabino se reuniu com representantes do Senai para discutir a cessão do prédio na ZEN - Zona Especial de Negócios de Rio das Ostras
Rio das Ostras deu mais um passo para instalar no município uma unidade do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial - Senai, órgão do Sistema Firjan que promove a qualificação de trabalhadores em todos os níveis. Nesta segunda, 30 de junho, o prefeito Sabino se reuniu com representantes da entidade para discutir a cessão de um prédio na Zona Especial de Negócios – ZEN para abrigar a unidade do Senai no Município. 

Participaram do encontro o secretário de Desenvolvimento Econômico, Mário Almeida, a Agente de Relacionamento com as Empresas da instituição, Lueny Mynssen Costa, e o gerente executivo, Luiz Eduardo Campino. 

Sabino ressaltou que a parceria é muito importante para o Município, porque a cidade recebe uma instituição reconhecida por sua qualidade na formação profissionalizante e que tem a chancela do Sistema Firjan. 

“Optamos por oferecer cursos de qualidade e credibilidade a nossos moradores. Não adianta oferecer vagas em cursos diversos mas que não assegurem ao aluno sua inserção no mercado de trabalho. Vamos continuar trabalhando para ampliar a oferta de capacitações oferecidas pelo Senai. Firmando essa parceria, novos cursos serão implantados no município tanto no campo da qualificação como cursos técnicos”, finalizou. 

O Município já tinha firmado um convênio com o Senai, pelo qual são oferecidas qualificações no setor de alimentação na Padaria Escola e também em Automação Industrial, por meio da unidade móvel, que já está formando a segunda turma. 

De acordo com o secretário Mário Almeida, a parceria vem rendendo bons frutos, já que os alunos concluem o curso praticamente empregados. 

O gerente executivo do Senai, Luiz Eduardo, destaca que o próximo passo é marcar uma vistoria técnica ao prédio. Enquanto a instituição se ocupa das obras de implantação, serão oferecidos cursos de qualificação , por meio da unidade móvel, como o curso de Automação. O próximo curso a ser implantado deve ser o de solda. 

O Senai também irá fazer um estudo junto com o município para ver a demanda da cidade, para junto à Prefeitura planejar novos cursos a serem oferecidos, de acordo com a necessidade do mercado. A instituição também vai dialogar com as secretarias de Turismo, Educação, Esporte e Desenvolvimento para propor qualificações que atendam às características do Município.

Sobre os 20 anos do Plano Real



Postado em 01 jul 2014
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Vamos ouvir falar muito dos 20 anos do Plano Real, mas por motivos muito mais políticos e eleitoreiros do que por razões cívicas e históricas.
Isso ficou claro na capa desta semana da Veja. Uma bomba relógio sugeria que a estabilidade econômica – o principal feito do Plano Real – está prestes a explodir por culpa sabemos bem de quem, na visão da Veja.
A mensagem central dos que lembrarem efusivamente o Real é exatamente esta: a inflação está aí e temos que tirar os petistas do poder.
É, naturalmente, uma falácia eleitoreira.
As duas décadas do Real merecem algumas considerações que só o tempo permite.
A mais importante é que quem criou a hiperinflação – num determinado momento a taxa voava a 80% ao mês, sob o ministro Mailson da Nóbrega, hoje dando aulas de economia por aí – foi o mesmo grupo que hoje quer voltar ao poder.
Numa definição mais ampla, os conservadores. Ou, numa linguagem que me é mais cara, o 1%.
Repito: o 1% fez a hiperinflação e hoje, cinicamente, tenta se apresentar como detentor da fórmula de debelá-la.
A inflação, no início dos anos 60, era uma coisa. Com a ditadura militar, o problema virou crônico e crescente graças a uma das mais desastrosas invenções econômicas da história brasileira: a correção monetária.
O criador foi uma das figuras mais reverenciadas da direita brasileira: o economista Roberto Campos, Bob Fieldspara a  esquerda, homem forte da economia do primeiro governo militar, o do general Castello Branco.
Campos criou um monstro. A correção monetária, que deveria proteger o dinheiro, acabou por se tornar um combustível impiedoso para a inflação.
Planos e mais planos econômicos fracassaram na tentativa de liquidar a inflação por conta, antes e acima de tudo, do mecanismo de correção criado por Roberto Campos.
Sempre houve, também, uma má vontade potente do 1% em enfrentar para valer a inflação. Por motivos óbvios: o 1% sempre ganhou muito com a inflação.
Quem perdia com a inflação eram os pobres, que não tinham sofisticadas aplicações financeiras à disposição para proteger seu patrimônio esquálido.
A inflação era um fator a mais de desigualdade no Brasil. Os ricos – sobretudo os bancos, mas não só eles – ganharam muito dinheiro com ela.
Alguém tinha que ceder para que a estabilidade viesse – mas a elite só aceitou fazer alguma forma de sacrifício quando a situação se tornara simplesmente insustentável.
Foi aí que entrou em cena o Plano Real.
Outra vez: a doença econômica fora criada exatamente pelos conservadores que hoje fingem ter a exclusividade da cura. Mais que isso: pretendem não ter nada a ver com a origem do mal.
O PT, por mais erros que tenha cometido nestes doze anos de poder, já mostrou que é absolutamente capaz de controlar os preços. As estatísticas mostram que a inflação média sob FHC foi maior do que sob Lula e sob Dilma.
Mais que tudo, duas décadas depois, o maior drama econômico nacional está longe de ser a inflação.
O real pesadelo se chama desigualdade social.
Esta deveria ser a prioridade nacional nestes dias: reduzir a abjeta iniquidade que marca o Brasil.
Os níveis de desigualdade brasileiro equivalem aos da Europa de 100 anos atrás.
Números recém-publicados mostram que no processo de redução da desigualdade dos últimos anos o 1% não perdeu nada.
O que o Brasil exige, hoje, é um plano – já que falamos do Real – que retire a sociedade dos extremos de opulência e miséria.
Paulo Nogueira
Sobre o Autor
O jornalista Paulo Nogueira é fundador e diretor editorial do site de notícias e análises Diário do Centro do Mundo.
Justiça impõe derrota ao monopólio do transporte público
Texto: Marcelo Ambrosio | Fotos: Fernando Silva
Decisão judicial reconhece decreto municipal, assinado pelo prefeito em 2011, que regulamentou a operação das vans, peruas e kombis na cidade
Pouco a pouco o monopólio do transporte público em Maricá vai perdendo força. Além da proximidade do início da operação da Maricá Transportes Públicos – os ônibus começam a rodar em agosto, entre Jaconé e o Recanto, com tarifas iniciais a R$ 2 - desta vez, em duas sentenças da 2ª Vara Cível de Maricá, a Justiça reconheceu o direito de a Prefeitura administrar o sistema oferecido à população, em especial no que diz respeito ao decreto que regulamentou a operação das vans, peruas e kombis.
As concessionárias que operam o serviço de forma insatisfatória, há décadas, haviam entrado com ação judicial solicitando a suspensão do termo legal assinado pelo prefeito Washington Quaquá em setembro de 2011, e a retomada da proibição de circulação desses veículos. A decisão, do dia 13 de junho último, considerou improcedente ambas as ações e igualmente derrubou qualquer pretensão das concessionárias de receberem indenização por conta da eventual redução nos passageiros transportados decorrente da concorrência.
De acordo com as sentenças, a Prefeitura tomou a iniciativa de regulamentar a operação de vans e kombis, dado o fato de que "é público e notório a precariedade do transporte coletivo na comarca".  A Justiça também considerou que o serviço prestado é diferente da operação regular com os ônibus e deixou claro – de forma contundente - que a concessão  "deve atender ao interesse público! Não ao interesse privado!" (sic).  No entender da Justiça, o concessionário não é dono da concessão, apenas tem o direito de operá-la dentro de um planejamento que cabe ao poder público. Desta forma, prossegue o texto "o particular que presta o serviço público está sujeito às adequações da administração para a melhoria, do contrário ficaria o Estado impossibilitado de agir na busca de soluções".
O texto judicial afirma ainda que há confusão "entre os conceitos de exclusividade e monopólio" ao apresentar a ação e cita como exemplo do histórico de péssimos serviços prestados a linha de ônibusregular que, em tese, serve ao próprio Fórum da cidade. De acordo com a sentença, o último horário oferecido pela empresa é o das 17h, quando o expediente forense se encerra às 18h. Com isso, os funcionários e a população precisam necessariamente recorrer às vans e kombis para irem embora.
Justiça impõe derrota ao monopólio do transporte público
Texto: Marcelo Ambrosio | Fotos: Fernando Silva
Decisão judicial reconhece decreto municipal, assinado pelo prefeito em 2011, que regulamentou a operação das vans, peruas e kombis na cidade
Pouco a pouco o monopólio do transporte público em Maricá vai perdendo força. Além da proximidade do início da operação da Maricá Transportes Públicos – os ônibus começam a rodar em agosto, entre Jaconé e o Recanto, com tarifas iniciais a R$ 2 - desta vez, em duas sentenças da 2ª Vara Cível de Maricá, a Justiça reconheceu o direito de a Prefeitura administrar o sistema oferecido à população, em especial no que diz respeito ao decreto que regulamentou a operação das vans, peruas e kombis.
As concessionárias que operam o serviço de forma insatisfatória, há décadas, haviam entrado com ação judicial solicitando a suspensão do termo legal assinado pelo prefeito Washington Quaquá em setembro de 2011, e a retomada da proibição de circulação desses veículos. A decisão, do dia 13 de junho último, considerou improcedente ambas as ações e igualmente derrubou qualquer pretensão das concessionárias de receberem indenização por conta da eventual redução nos passageiros transportados decorrente da concorrência.
De acordo com as sentenças, a Prefeitura tomou a iniciativa de regulamentar a operação de vans e kombis, dado o fato de que "é público e notório a precariedade do transporte coletivo na comarca".  A Justiça também considerou que o serviço prestado é diferente da operação regular com os ônibus e deixou claro – de forma contundente - que a concessão  "deve atender ao interesse público! Não ao interesse privado!" (sic).  No entender da Justiça, o concessionário não é dono da concessão, apenas tem o direito de operá-la dentro de um planejamento que cabe ao poder público. Desta forma, prossegue o texto "o particular que presta o serviço público está sujeito às adequações da administração para a melhoria, do contrário ficaria o Estado impossibilitado de agir na busca de soluções".
O texto judicial afirma ainda que há confusão "entre os conceitos de exclusividade e monopólio" ao apresentar a ação e cita como exemplo do histórico de péssimos serviços prestados a linha de ônibusregular que, em tese, serve ao próprio Fórum da cidade. De acordo com a sentença, o último horário oferecido pela empresa é o das 17h, quando o expediente forense se encerra às 18h. Com isso, os funcionários e a população precisam necessariamente recorrer às vans e kombis para irem embora.

Cidade sedia Taça Brasil de Mountain Bike no domingo

Foto: Gabriel Sales
Competidores vão encarar uma das pistas de Mountain Bike que exige mais técnica no país
Foto: Gabriel Sales
Cerca de 50 competidores do Estado participaram da competição
A elite do ciclismo latino-americano vai estar em Rio das Ostras para a disputa da 3ª Etapa da Taça Brasil de Mountain Bike, neste domingo, 29. A competição vale pontos para o ranking da União Ciclística Internacional – UCI. Segundo a estimativa dos organizadores, cerca de 250 ciclistas devem participar da prova, realizada pela Prefeitura de Rio das Ostras em parceria com o grupo BikeRO e o Tayra Eco Parque, no Mar do Norte, além do apoio da Federação de Ciclismo do Estado do Rio de Janeiro - Fecierj. 

Mais uma vez, a prova contará com equipes de ponta do ciclismo: a Caloi Elite Team, Equipe Merida Fox Racing Shox e a Scott-Fittipaldi já confirmaram presença na prova. No sábado, 28, será realizada uma volta técnica a fim de inspecionar o percurso e verificar as medidas que visam garantir a segurança dos competidores. 

Grandes nomes também já confirmaram presença com os líderes do ranking nacional Henrique Avancini e Érika Gramiscelli, além de Rubens Donizete, campeão da prova no ano passado, Roberta Stopa e Isabella Lacerda. No Facebook, o petropolitano Henrique Avancini falou da expectativa de voltar a competir em Rio das Ostras. “É muito especial, pois é a única competição que disputo no meu Estado. Vejo gente que me vê correndo desde que tinha 8 anos de idade. Gosto do trabalho que fazem com a prova e a ideologia que os organizadores aplicam no circuito e na arena da competição”, disse. 

Em respeito ao meio ambiente, haverá mudança em alguns obstáculos, mas sem comprometer o traçado original da prova. A Taça Brasil de Mountain Bike faz parte do projeto “Rio das Ostras Cidade Bike” que tem por objetivo estimular a prática do ciclismo no município de Rio das Ostras. 

TREINO PRÊMIO PREMIADO – No último domingo, 29, atletas de 12 municípios fluminenses participaram do Treino Premiado, realizado na pista de Maro do Norte. Ao todo, 55 ciclistas das categorias elite masculina e feminina, sub 35 e over 35 participaram do evento preparatório para a 3ª fase da Taça Brasil de Mountain Bike. 

INTEGRAÇÃO – Com o objetivo de difundir o esporte e promover a inclusão dos moradores, a Prefeitura de Rio das Ostras e a Associação de Moradores de Mar do Norte vão realizar a festa junina do bairro no fim de semana que acontece a Taça Brasil. No sábado e domingo, as bandas Yellow Fingers e Tio Juca farão a alegria da galera. Além disso, como acontece em todas as edições, moradores participam da limpeza da área de prova e atuarão na equipe de apoio nos dias do evento. 

OLIMPÍADAS – A Taça Brasil de Mountain Bike integra o projeto Rio das Ostras Cidade Bike, cujo objetivo é estimular o ciclismo como prática, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida da população, além de promover a sustentabilidade e a mobilidade urbana. O projeto visa também incluir Rio das Ostras como zona de aclimatação olímpica para delegações estrangeiras para os Jogos do Rio 2016. A pista Mar do Norte é a única homologada no Brasil para ser zona de aclimatação para as delegações estrangeiras que disputarão as Olimpíadas Rio 2016. A Secretaria de Esporte e Lazer do Município encaminhou a documentação (mapa da pista) ao Comitê Olímpico Brasileiro – COB e se comprometeu a ceder a estrutura necessária para os competidores. A proposta est&aacut! e; sendo analisada pela entidade esportiva.

Jornalistas estrangeiros e brasileiros conheceram Salvador mais de perto hoje (01), através de um city tour organizado pela Prefeitura. No grupo de 20 profissionais, que saíram pela manhã do Centro Aberto de Mídia (CAM) rumo aos pontos turísticos da cidade em um ônibus especial, estavam jornalistas da República Checa, Bélgica, Argentina e cidades do interior da Bahia, como Santo Amaro da Purificação e Iaçu.
 
Em um passeio de pouco mais de duas horas, que passou por pontos turísticos como o Elevador Lacerda, Mercado Modelo, Igreja do Bonfim e o Memorial Irmã Dulce, os jornalistas se encantaram com as belezas da cidade e comentaram sobre a proposta do city tour. “Interessante esta iniciativa. Me senti muito bem acolhida e fiquei feliz com a oportunidade de conhecer Salvador mais de perto. Estou muito orgulhosa por ser baiana”, comentou Eleny Santos, do site Iaçu Notícias.
 
Para possibilitar uma experiência única aos profissionais de comunicação que irão levar a imagem de Salvador para o mundo, o passeio contou com um ônibus que permite visualização em 360º, além de guia turístico e profissionais para auxílio aos turistas. No sábado (5), está programado um novo passeio, que terá outros pontos turísticos acrescentados na programação. Para participar do roteiro, é necessário ser jornalista credenciado pelo CAM, sem a necessidade de inscrição prévia. O passeio começa às 8h, saindo da Praça Municipal, com retorno às 10h.
 
 

Córrego do Ouro terá telão na praça central

01/07/2014 09h41 - Jornalista: Assessoria da Segov
O distrito de Córrego do Ouro, na Região Serrana, recebe nesta sexta-feira (4), na praça central, estrutura de telão em alta definição e palco para que moradores e visitantes acompanhem a partida do Brasil contra a Colômbia, em um novo duelo sul-americano, nas quartas de final da Copa do Mundo, que será disputado em Fortaleza (no Ceará), às 17 horas. A banda Tipo Luau, de reggae, surf music e xote, com pitadas de samba e rock, faz show após a partida. 

A prefeitura organiza toda a estrutura para as transmissões, por meio da secretaria de Governo, em parceria com a Fundação de Esporte e Turismo (Fesportur), com apoio das secretarias de Saúde, Mobilidade Urbana, Ordem Pública, Limpeza Urbana, além do Corpo de Bombeiros, da Defesa Civil e da Polícia Militar.

Serão seis pontos descentralizados para a transmissão do jogo: no Cavaleiros, em frente à praia, onde se apresenta a cantora de samba e MPB, Amanda Amado; no Aeroporto, na praça principal, com o pop axé do Bloco Batukada Brasil; em frente ao Ciep da Aroeira, com o pagode de Conversaê; na Barra, na Praça Mirante dos Navegantes, com a mistura de ritmos do Balacobaco e na Lagoa de Imboassica, com o rock de Phil e Banda e Madame Escarlate.