sábado, 1 de outubro de 2016

Em greve há quase um mês, bancários seguem sem previsão de acordo

Da Redação com Agências

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A greve nacional dos bancários completou na sexta-feira (30) 25 dias, sem previsão de nova reunião de negociação com os representantes dos bancos. Em todo o país, 13.358 agências tiveram suas atividades paralisadas, o que corresponde 57% do total, além de 34 centros administrativos. A paralisação deste ano já é considerada uma das greves mais longas da história da categoria.
Na última quarta-feira (27), os bancários recusaram proposta feita pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban).
Em nota, a entidade patronal disse que ofereceu reajuste de 7% nos salários e benefícios, abono de R$ 3,5 mil e propôs que a negociação de 2016 tenha duração de dois anos, com garantia de reajuste da inflação e ganho real de 0,5% em 2017.
A oferta foi considerada insuficiente pelos trabalhadores, que reivindicam reposição da inflação (9,62%) mais 5% de aumento real; piso salarial de R$ 3.940,24; melhores condições de trabalho e fim das demissões, mais contratações, fim da rotatividade e combate às terceirizações, entre outras demandas.
Desde agosto de 2015, segundo os sindicatos da categoria, os bancários acumulam redução salarial de 9,62%.
O presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro da CUT (Contraf), Roberto von der Osten, a greve seguirá forte. “Estamos lutando por dignidade e respeito”, disse o sindicalista.
Da Agência Brasil.
FA

Ministério defende sócios em áreas do pré-sal cedidas pela União à Petrobras

Da Redação com Agências

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O secretário de Petróleo, Gás Natural e Combustíveis Renováveis do Ministério de Minas e Energia (MME), Márcio Félix, defendeu mudança na Lei sobre o Contrato de Cessão Onerosa - reservas concedidas à Petrobras pelo governo em 2010 - para atrair novos parceiros nas áreas do pré-sal. Ele falou à imprensa, na sexta-feira (30)  em evento na sede da Federação de Indústrias do Rio de Janeiro, capital fluminense.
"A entrada de sócios é uma inferência natural. Esse volume [da Cessão Onerosa] é tão grande, que vai exigir um nível de investimento muito alto para ser monetizado. Poderia ser um sócio financeiro ou uma empresa da indústria", disse Félix.
Entretanto, antes de mudar a lei, o secretário enfatizou que é preciso calcular os valores a serem pagos e para quem. O contrato da Cessão Onerosa, firmada em 2010, garantiu à Petrobras até 5 bilhões de barris de óleo na Bacia de Santos. Mais tarde, estudos na área apontaram que possa haver até 12 bilhões de barris, de acordo com o secretário.
Agora os valores passam por um processo de revisão que trará reajustes e mudará a visão integral do contrato. “Vamos comparar os trabalhos que estão sendo feito por Petrobras e ANP [Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis]. As contas estão sendo feitas e a solução vai ter uma solução técnica e jurídica. Trabalhamos intensamente para saber as contas antes do fim do ano”, disse Félix.
Se ficar comprovado que a Petrobras será credora, Félix disse que o governo poderá pagar a petroleira em óleo com volumes da própria Cessão Onerosa, mas que para isso, é necessária outra mudança na lei. Hoje o pagamento utilizando volumes da Cessão Onerosa não é permitido. “O excedente pode entrar na negociação de pagamento e parte desse excedente pode ser usado para pagar Petrobras, mas a lei da Cessão Onerosa tem que mudar", disse o secretário. O pagamento deve sair no ano que vem.
“As contas estão sendo feitas considerando o que o contrato permite interpretar. Trabalhamos intensamente para saber essas contas antes do fim do ano", disse. "Como o preço do petróleo caiu muito de lá para cá, pode-se inferir que a Petrobras pode ser credora. Essa conta vai ser fria e se basear em questões técnicas e jurídicas".
Da Agência Brasil.
FA

Horário de verão começa dia 16 de outubro no Sul, Sudeste e Centro-Oeste

Da Redação com Agências

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Daqui a 15 dias começa o horário brasileiro de verão, e os relógios deverão ser adiantados em uma hora nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Neste ano, o horário diferenciado vai vigorar do dia 16 de outubro a 19 de fevereiro.

O objetivo da medida, adotada no Brasil desde 1931, é proporcionar uma economia de energia para o país, com menor consumo no horário de pico (entre as 18h e as 21h), pelo aproveitamento maior da luminosidade natural. Com isso, o uso de energia gerada por termelétricas pode ser evitado, reduzindo o custo da geração de eletricidade.

No ano passado, a adoção do horário de verão possibilitou uma economia de R$ 162 milhões, segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). A economia foi possível porque não foi preciso adicionar mais energia de usinas termelétricas para garantir o abastecimento do país nos horários de pico.

Essa redução representa cerca de 4,5% da demanda de ponta das três regiões e é equivalente a uma vez e meia a carga no horário de ponta de Brasília ou o dobro da carga no horário de ponta de Florianópolis.

Da Agência Brasil

FA
INFRAESTRUTURA

Governo autoriza contratação de 40 mil novas unidades do Minha Casa Minha Vida

Habitação

Recursos beneficiarão famílias da faixa 1,5 do programa com renda mensal bruta até R$ 2.350,00
por Portal BrasilPublicado29/09/2016 15h19Última modificação29/09/2016 16h00
O governo federal autorizou, nesta quinta-feira (29), o início da execução da Faixa 1,5 do programa Minha Casa Minha Vida. A meta é contratar 40 mil novas unidades habitacionais,
A instrução normativa do Ministério das Cidades foi publicada no Diário Oficial da União. As unidades serão produzidas por pessoas jurídicas do ramo da construção civil contribuindo com a geração de empregos e renda. Cada novo empreendimento terá 500 unidades. 
A modalidade contemplará famílias com renda mensal bruta até R$ 2.350,00 e que possuem capacidade de comprometimento de renda. A família beneficiada contará com subsídios de até R$ 45.000, conforme renda e localização do imóvel, além de juros reduzidos (5%a.a.) para financiamento com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).
Faixa 1,5
A Faixa 1,5 tem como principal característica oferecer um subsídio maior do que o da Faixa 2 para atender famílias que não conseguem comprar um imóvel nesse valor.
Para a nova faixa de operação de financiamento não haverá seleção de famílias por prefeituras. Os candidatos devem procurar as instituições financeiras e construtoras para que sejam enquadrados nos critérios estabelecidos.
Em solenidade realizada no dia 11 de agosto, no Palácio do Planalto, o ministro das Cidades, Bruno Araújo, afirmou que serão destinados para esta faixa recursos no total de R$ 3,8 bilhões, sendo R$ 1,4 bilhão em subsídios (R$ 1,26 bilhão do FGTS e R$ 140 milhões do Tesouro Nacional), outros R$ 2,4 bilhões em financiamentos do FGTS.
Portaria
O governo também divulga nesta quinta-feira outros critérios para participar do programa, entre eles está a extinção de sorteio dos proponentes de financiamento com recursos do FGTS. A determinação altera o disposto na Portaria 115/2016, que aprovou a Carta Minha Casa Minha Vida e os procedimentos para sua obtenção e utilização de financiamento.
“O enquadramento em critérios que colaborem com o atendimento a um número maior de famílias faz parte de uma nova postura de governança da pasta e garante isonomia ao processo”, informou Henriqueta Arantes, secretária Nacional de Habitação.
Fonte: Portal Brasil, com informações do Ministério das Cidades

Em greve há quase um mês, bancários seguem sem previsão de acordo

Da Redação com Agências

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A greve nacional dos bancários completou na sexta-feira (30) 25 dias, sem previsão de nova reunião de negociação com os representantes dos bancos. Em todo o país, 13.358 agências tiveram suas atividades paralisadas, o que corresponde 57% do total, além de 34 centros administrativos. A paralisação deste ano já é considerada uma das greves mais longas da história da categoria.
Na última quarta-feira (27), os bancários recusaram proposta feita pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban).
Em nota, a entidade patronal disse que ofereceu reajuste de 7% nos salários e benefícios, abono de R$ 3,5 mil e propôs que a negociação de 2016 tenha duração de dois anos, com garantia de reajuste da inflação e ganho real de 0,5% em 2017.
A oferta foi considerada insuficiente pelos trabalhadores, que reivindicam reposição da inflação (9,62%) mais 5% de aumento real; piso salarial de R$ 3.940,24; melhores condições de trabalho e fim das demissões, mais contratações, fim da rotatividade e combate às terceirizações, entre outras demandas.
Desde agosto de 2015, segundo os sindicatos da categoria, os bancários acumulam redução salarial de 9,62%.
O presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro da CUT (Contraf), Roberto von der Osten, a greve seguirá forte. “Estamos lutando por dignidade e respeito”, disse o sindicalista.
Da Agência Brasil.
FA
 BLOG Macaé em Pauta, registra 818.000 mil  seguidores.
Macaé, 01 de outubro de 2016.
Rubem Almeida
Editor.
INFRAESTRUTURA

Bandeira tarifária da energia elétrica será verde em outubro

Consumidor

Este será o sétimo mês consecutivo com bandeira verde, sem custo para os consumidores
por Portal BrasilPublicado30/09/2016 18h06Última modificação30/09/2016 18h06
Reprodução/Agência BrasilSistema de bandeiras tarifárias sinaliza o custo real da energia gerada e possibilita aos consumidores o uso consciente da energia elétrica
Sistema de bandeiras tarifárias sinaliza o custo real da energia gerada e possibilita aos consumidores o uso consciente da energia elétrica
A bandeira para o mês de outubro será verde, sem custo para os consumidores. Criado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o sistema de bandeiras tarifárias sinaliza o custo real da energia gerada, possibilitando aos consumidores o uso consciente da energia elétrica.
Outubro será o sétimo mês consecutivo com bandeira verde. Os principais fatores que contribuíram para a manutenção dessa cor da bandeira são: a evolução positiva do período úmido de 2016, que recompõe os reservatórios das hidrelétricas; o aumento de energia disponível com redução de demanda; e a adição de novas usinas ao sistema elétrico brasileiro.
Como funciona o sistema
O funcionamento das bandeiras tarifárias é simples: as cores verde, amarela ou vermelha indicam se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração de eletricidade.
Com as bandeiras, a conta de luz fica mais transparente e o consumidor tem a melhor informação para usar a energia elétrica sem desperdício.
A bandeira tarifária não é um custo extra na conta de luz: é uma forma diferente de apresentar um valor que já está na conta de energia, mas que geralmente passa despercebido.
As bandeiras sinalizam, mês a mês, o custo de geração da energia elétrica que será cobrada dos consumidores. Não existe, portanto, um novo custo, mas um sinal de preço que sinaliza para o consumidor o custo real da geração no momento em que ele está consumindo a energia, dando a oportunidade de adaptar seu consumo, se assim desejar.
O calendário de divulgação das bandeiras permite seu acompanhamento no portal da Aneel na internet.
Antes das bandeiras, as variações que ocorriam nos custos de geração de energia, para mais ou para menos, eram repassados em até doze meses, no reajuste tarifário anual da distribuidora – o que aumentava os índices de reajuste. Com o sistema, as bandeiras não interferem nos itens passíveis de repasse tarifário.
Significado de cada bandeira
A bandeira é aplicada a todos os consumidores, multiplicando-se o consumo (em quilowatts-hora, kWh) pelo valor da bandeira (em reais), se ela for amarela ou vermelha.
Em bandeira vermelha, o adicional é de R$ 3,00 (patamar 1) e R$ 4,50 (patamar 2), aplicados a cada 100 kWh (quilowatt-hora) consumidos. A bandeira amarela representa R$ 1,50, aplicados a cada 100 kWh (e suas frações).
Exemplos
Se o consumo mensal foi de 60 kWh, por exemplo, no primeiro patamar de bandeira vermelha o valor seria de 0,6 * R$ 3,00 = R$ 1,80. Para o mesmo consumo, em bandeira amarela o valor assim calculado: 0,6 * R$ 1,50 = R$ 0,90.
Para o consumo mensal de 200 kWh, por exemplo, no primeiro patamar de bandeira vermelha o valor seria de 2 * R$ 3,00 = R$ 6,00. Para o mesmo consumo, em bandeira amarela o valor assim calculado: 2 * R$ 1,50 = R$ 3,00.
A esses valores são acrescentados os impostos vigentes. Com a bandeira verde, não há acréscimo.

Dicas de economia
  • Chuveiro elétrico
· Tomar banhos mais curtos, de até cinco minutos
· Selecionar a temperatura morna no verão
· Verificar as potências no seu chuveiro e calcular o seu consumo
  • Ar condicionado
· Não deixar portas e janelas abertas em ambientes com ar condicionado
· Manter os filtros limpos
· Diminuir ao máximo o tempo de utilização do aparelho de ar condicionado
· Colocar cortinas nas janelas que recebem sol direto
  • Geladeira
· Só deixar a porta da geladeira aberta o tempo que for necessário
· Regular a temperatura interna de acordo com o manual de instruções
· Nunca colocar alimentos quentes dentro da geladeira
· Deixar espaço para ventilação na parte de trás da geladeira e não utilizá-la para secar panos
· Não forrar as prateleiras
· Descongelar a geladeira e verificar as borrachas de vedação regularmente
  • Iluminação
· Utilizar iluminação natural ou lâmpadas econômicas e apagar a luz ao sair de um cômodo; pintar o ambiente com cores claras
  • Ferro de passar
· Juntar roupas para passar de uma só vez
· Separar as roupas por tipo e começar por aquelas que exigem menor temperatura
· Nunca deixe o ferro ligado enquanto faz outra coisa
  • Aparelhos em stand-by
· Retirar os aparelhos da tomada quando possível ou durante longas ausências

Confira aqui mais dicas de economia de energia.
Fonte: Portal Brasil, com informações da Aneel
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