segunda-feira, 27 de julho de 2020

NOTICIA BOA

Curadoria de pensamentos

242
*por Claudia Queiroz
Que alimentos você da para seus pensamentos? Que tal ser uma espécie de curador das suas ideias e zelar pelo que pesquisa, organiza e dá sentido à sua vida?
Em primeiro lugar, vamos lembrar que alimentamos o bem e o mal. O bem quando nos nutrimos com conhecimento, positividade, entusiasmo, acreditando, compreendendo, ressignificando e fazendo boas escolhas. Mas porque muitos de nós busca informações tóxicas que maltratam corpo e mente? Por que falar de coisas negativas ou de problemas ocupa parte do seu tempo ainda?
Vou comparar pensamentos com alimentos. Não adianta saber da importância dos nutrientes como proteínas, vitaminas, frutas, legumes e minerais se eles não passam pela sua boca. Com nossa cabeça é a mesma coisa! Precisamos de pensamentos saudáveis e deliciosos para ter bom repertório de informações… Portanto, faça dieta de conteúdo.
Alimente-se de fontes confiáveis, pra começo de conversa. Consumir notícias indiscriminadamente pode ser tão nocivo quanto aquela coxinha comprada no carrinho clandestino da tiazinha que você nunca viu antes. O perigo e o estrago podem ser incalculáveis, por isso cuidado!
Garantida a procedência, é hora de entender do que você quer se nutrir. Esse é o principio básico da autocuradoria de conteúdo. Ser curador de si mesmo é entender o que mais importa na busca de informação. Sabe por que? Porque você tem acesso a uma quantidade infinita de conteúdo se comparada à capacidade de atenção.
Pesquisar, selecionar, organizar e dar sentido à informação. Faça uma lista dos seus interesses com clareza do que busca para não sair se ocupando de qualquer coisa.
Dia desses conversei com uma pessoa bem especial, o Wagner Azevedo, do Rio de Janeiro. Ele estuda muito, sempre foi um curioso da língua portuguesa e adora escrever dicionários… Está para entrar no “Guinness Book” como o maior escritor de dicionários do mundo! Tem vários já editados e publicados, alguns em processo de finalização adaptados para diversos idiomas.
Acumula obras e inspirações associando palavras com expressões de cultura, regionalismos, catacreses, definições sobre o uso de referências a animais na linguagem coloquial, onomatopeias, dentre outras pesquisas que resgatam o hábito que tínhamos de procurar palavras com um livro em mãos.
Investir em inteligência criativa, usada para o bem é a saída para muitos males da vida. Conteúdo qualificado nos salva do tédio, aumenta o repertório do vocabulário e garante bons momentos de distração.
Existe uma expressão interessante que diz: não procure fruta no açougue. Parece óbvio, mas se você quer desenvolver superconsciência, ter alta performance, bons pensamentos e se atualiza de notícias ruins é algo meio que parecido…
Selecione canais, perfis e temas para acompanhar. Organize como e quando você vai consumir esses conteúdos. Depois desse ritual, dê sentido ao que você está colocando pra dentro e se pergunte se essas informações mudam alguma coisa em sua vida. Porque se não for pra melhorar, pra agregar, delete da sua cabeça. Ta bom?
Claudia Queiroz é jornalista.

domingo, 26 de julho de 2020

MACAÉ EM PAUTA

Curadoria de pensamentos

242
*por Claudia Queiroz
Que alimentos você da para seus pensamentos? Que tal ser uma espécie de curador das suas ideias e zelar pelo que pesquisa, organiza e dá sentido à sua vida?
Em primeiro lugar, vamos lembrar que alimentamos o bem e o mal. O bem quando nos nutrimos com conhecimento, positividade, entusiasmo, acreditando, compreendendo, ressignificando e fazendo boas escolhas. Mas porque muitos de nós busca informações tóxicas que maltratam corpo e mente? Por que falar de coisas negativas ou de problemas ocupa parte do seu tempo ainda?
Vou comparar pensamentos com alimentos. Não adianta saber da importância dos nutrientes como proteínas, vitaminas, frutas, legumes e minerais se eles não passam pela sua boca. Com nossa cabeça é a mesma coisa! Precisamos de pensamentos saudáveis e deliciosos para ter bom repertório de informações… Portanto, faça dieta de conteúdo.
Alimente-se de fontes confiáveis, pra começo de conversa. Consumir notícias indiscriminadamente pode ser tão nocivo quanto aquela coxinha comprada no carrinho clandestino da tiazinha que você nunca viu antes. O perigo e o estrago podem ser incalculáveis, por isso cuidado!
Garantida a procedência, é hora de entender do que você quer se nutrir. Esse é o principio básico da autocuradoria de conteúdo. Ser curador de si mesmo é entender o que mais importa na busca de informação. Sabe por que? Porque você tem acesso a uma quantidade infinita de conteúdo se comparada à capacidade de atenção.
Pesquisar, selecionar, organizar e dar sentido à informação. Faça uma lista dos seus interesses com clareza do que busca para não sair se ocupando de qualquer coisa.
Dia desses conversei com uma pessoa bem especial, o Wagner Azevedo, do Rio de Janeiro. Ele estuda muito, sempre foi um curioso da língua portuguesa e adora escrever dicionários… Está para entrar no “Guinness Book” como o maior escritor de dicionários do mundo! Tem vários já editados e publicados, alguns em processo de finalização adaptados para diversos idiomas.
Acumula obras e inspirações associando palavras com expressões de cultura, regionalismos, catacreses, definições sobre o uso de referências a animais na linguagem coloquial, onomatopeias, dentre outras pesquisas que resgatam o hábito que tínhamos de procurar palavras com um livro em mãos.
Investir em inteligência criativa, usada para o bem é a saída para muitos males da vida. Conteúdo qualificado nos salva do tédio, aumenta o repertório do vocabulário e garante bons momentos de distração.
Existe uma expressão interessante que diz: não procure fruta no açougue. Parece óbvio, mas se você quer desenvolver superconsciência, ter alta performance, bons pensamentos e se atualiza de notícias ruins é algo meio que parecido…
Selecione canais, perfis e temas para acompanhar. Organize como e quando você vai consumir esses conteúdos. Depois desse ritual, dê sentido ao que você está colocando pra dentro e se pergunte se essas informações mudam alguma coisa em sua vida. Porque se não for pra melhorar, pra agregar, delete da sua cabeça. Ta bom?
Claudia Queiroz é jornalista.

Série Maratona Desvendando Macaé - Episódio 1

CALMA

MACAÉ EM PAUTA

Lojas de móveis e eletrodomésticos e autoescolas voltam a funcionar

2020-07-24 19:57:00 - Jornalista: Equipe Secom
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Foto: Decreto 106/2020
O mesmo decreto também prorroga por mais sete dias, a contar da próxima segunda-feira (27 de julho), a suspensão das aulas
decreto 106/2020, assinado nesta sexta-feira (24 de julho) pelo prefeito de Macaé, Dr. Aluizio, determina que lojas de móveis e de eletrodomésticos e autoescolas podem voltar a abrir a partir da próxima segunda-feira (27 de julho), mas com algumas restrições. O decreto também estende o horário de abertura para clínicas, consultórios e laboratórios para atendimentos eletivos, inclusive no âmbito público, incluindo as unidades de Estratégia Saúde da Família (ESF), que agora podem funcionar de 8h às 18h.
As lojas de móveis e lojas de eletrodomésticos abrirão no horário compreendido entre 10h e 16h. Já as autoescolas, entre 13h e 19h. O atendimento ao público só poderá ser feito com 50% do efetivo presencial. Mas estabelecimentos que possuírem mais de 10 funcionários só podem funcionar com, no máximo, 30% dos empregados.

Os sócios, proprietários, funcionários e colaboradores destes estabelecimentos devem realizar os testes para Covid-19 no Centro de Especialidades Médicas Dona Alba, localizado na Rua Governador Roberto Silveira, 108, no Centro, entre os dias 27 a 31 de julho, das 14h às 17h. Para tanto, é necessário agendamento prévio por meio do sistema disponibilizado no site do governo: https://vps10828.publiccloud.com.br/login.

A estratégia do governo municipal é realizar a liberação de outros segmentos de forma progressiva, seguindo os indicadores do contágio pelo coronavírus apresentados no município. Para isso, o planejamento envolve a realização de testes em profissionais do comércio.

Aulas continuam suspensas

O mesmo decreto também prorroga por mais sete dias, a contar da próxima segunda-feira (27 de julho), a suspensão das aulas na rede municipal de ensino, pública e privada, incluindo instituições de ensino superior.

Também permanecem suspensas por mais sete dias todas as atividades laborais no município de Macaé, nos âmbitos público e privado.

Algumas atividades já foram liberadas com restrições, como hospitais e clínicas; farmácias; supermercados e mercados; postos de combustíveis; padarias; bancas de jornais e revistas; petshops; Mercado Municipal de Peixes; Feira do Produtor Rural; clínicas, consultórios e laboratórios para atendimentos eletivos; lojas de materiais de construção e de informática; borracharias; oficinas mecânicas; óticas; salões de cabeleireiro e barbearias; e comércio de autopeças, motopeças e lojas e oficinas de bicicletas; escritórios de advocacia e de contabilidade, seguradoras e imobiliárias; operadoras de planos de saúde e lojas de utilidades domésticas; o Fórum Desembargador Ivair Nogueira Itagiba; papelarias; lojas de artigos de pesca; centros de treinamento em saúde e segurança para o setor petróleo; lojas de roupas com acesso direto para a rua ou situadas dentro de centros comerciais de pequeno porte; chaveiros; armarinhos e lojas de sapatos.

SILENCIO E CURA

MACAÉ EM PAUTA

Fiocruz aposta em vacinação contra covid-19 a partir de 2021

Primeiras doses serão destinadas a grupos de risco

Publicado em 26/07/2020 - 12:24 Por Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil - Brasília

Pesquisadores da Fiocruz apostam em vacinação inicial contra a covid-19 em fevereiro de 2021 para um público específico. A partir daí, a produção nacional das doses poderá garantir imunização à população em geral, afirma a vice-diretora de Qualidade da Bio-Manguinhos (Fiocruz), Rosane Cuber Guimarães.
Os recentes resultados de pesquisas da Universidade de Oxford, no Reino Unido, sobre a segurança da vacina contra a covid-19 elevaram o nível de otimismo em todo o mundo que, desde dezembro do ano passado, observa o alastramento do novo coronavírus, causador da doença, em todas as regiões. As pesquisas das fases 1 e 2, exigidas pelo procedimento científico, descartaram efeitos adversos graves provocados pela vacina. Foram registrados relatos de pequenos sintomas, como dores locais ou irritabilidade, aceitos em vacinas contra outras doenças.
O Brasil foi um dos países escolhidos para participar da Fase 3 dos estudos, que testa a eficácia da vacina. Os testes, que estão a cargo da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e outras instituições parceiras, envolvem 5 mil voluntários de São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador. A expectativa é detectar a capacidade de imunização das doses e, a partir daí, a Fiocruz – parceira brasileira nas pesquisas de Oxford  – receberá autorização para importar o princípio ativo concentrado, que será convertido inicialmente em 30 milhões de doses a serem aplicadas em parcela da população brasileira.
Rosane Guimarães disse ao programa Impressões, da TV Brasil, que vai ao ar neste domingo (26), às 22h30, que, em dezembro deste ano, o Brasil receberá 15 milhões de doses e, em janeiro, mais 15 milhões de doses.
"Estamos recebendo agora apenas 30 milhões de doses porque precisamos, antes de liberar a vacina, ter certeza da comprovação da eficácia dela. Então nós adquirimos 30 milhões de doses no risco e, se a vacina se comprovar eficaz, vamos receber mais 70 milhões de doses, totalizando, para o país, no primeiro ano, 100 milhões de doses de vacinas", disse.
A Bio-Manguinhos será responsável pela transformação do princípio ativo e fará a formulação final das vacinas, além de envasar, rotular e entregar o material para que o Programa Nacional de Imunização do Ministério da Saúde faça a distribuição. As primeiras doses devem ser destinadas aos grupos de risco, como profissionais de saúde e pessoas idosas, mas isso ainda está em debate.
Caso as previsões se confirmem, a expectativa é que o país passe a produzir nacionalmente a vacina a partir do segundo semestre de 2021. "Paralelamente a isso, precisamos avaliar se será necessária apenas uma dose da vacina, se serão necessárias duas doses, se será necessário revacinar. São perguntas para as quais ainda não temos respostas. Os estudos vão continuar", disse a especialista em vigilância sanitária.
Segundo Rosane, a vacina está em um excelente caminho e avançou rapidamente porque Oxford já trabalhava com o mesmo adenovírus de chimpanzé que está sendo usado nas pesquisas, um vírus que não causa doença em seres humanos.
Rosane explicou que a vacina carrega uma sequência do RNA do coronavírus e da proteína spike, que pode garantir que um organismo produza anticorpos. "Eles fizeram testes nessa plataforma [utilizando esse princípio] para Mers [síndrome respiratória do Médio Oriente] e para ebola. Eles já tinham grande parte do que é necessário para produção da vacina, preparado, o que já foi um acelerador. Outra coisa é que, neste momento de pandemia, os estudos clínicos foram facilitados e houve colaboração entre os países."
Mesmo com os indicativos positivos, Rosane alerta que a pandemia não vai ser resolvida de uma hora para outra. "Acreditamos que, em 2021, ainda não se consiga vacinar completamente toda a população. Nossa orientação é que enquanto a vacina não sai, ou ainda estiver sendo aplicada, que as pessoas mantenham as orientações que já existem hoje: uso da máscara, lavar as mãos, evitar aglomeração, distanciamento. Ainda temos que continuar convivendo com esses cuidados até que todas as respostas sejam dadas pela vacina."
A possibilidade de um revés é praticamente descartada pela pesquisadora. Segundo Rosane, a Fase 3 dos estudos pode, sim, apontar um grau de imunização de mais de 90%. "Se for maior, a gente consegue relaxar um pouco", mas há riscos de que essa eficácia atinja níveis de apenas 50% ou 70%. "Vamos ter que fazer mais estudos e talvez buscar uma vacina com potencial maior, mas já será um alento se tivermos uma vacina com mais de 70%."
Atualmente, o Brasil é terreno fértil para a pesquisa por ocupar o segundo lugar entre os países com maior número de casos da covid-19.
Há outras empresas trazendo vacinas para o Brasil. Um exemplo é a pesquisa desenvolvida pela parceria entre o Instituto Butantan e a empresa chinesa Sinovac, com sede em Pequim. Nas próprias instalações da Bio-Manguinhos, cientistas brasileiros desenvolvem dois estudos, que estão ainda em fase pré-clínica, com experimentos em animais.
Edição: Nádia Franco