terça-feira, 29 de junho de 2021

 


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Mais de 33 mil desempregados estão habilitados no SuperaRJ


29 de junho de 2021

 

Mais de 33 mil desempregados já receberam a confirmação de que estão habilitados no programa SuperaRJ. O resultado com os contemplados na categoria foi divulgado nesta segunda-feira, dia 28, no site superarj.rj.gov.br. Além disso, mais 22 mil pessoas inscritas no CadÚnico passaram a fazer parte do programa. A previsão é que os cartões sejam distribuídos até o dia 10 de julho.

 

O valor do benefício será de, no mínimo, R$ 200 com adicional de R$ 50 por filho menor de idade, limitado a dois filhos, podendo chegar no valor máximo de R$ 300.

 

Estão aptos a receber o benefício os trabalhadores que tenham perdido vínculo formal de trabalho com salário mensal inferior ao valor de R$ 1.501,00, no período da pandemia da Covid-19, a contar de 13 de março de 2020, e que estejam sem qualquer outra fonte de renda.

 

SuperaRJ

 

Ao todo, serão beneficiadas, com valores de R$ 200 a R$ 300, cerca de 1,4 milhão de pessoas que vivem em situação de pobreza e extrema pobreza ou que perderam empregos durante a pandemia da Covid-19. O SuperaRJ também prevê crédito de até R$ 50 mil para micro e pequenos empresários.

 

Serviço

 

Para saber se tem direito ao SuperaRJ e como obter o benefício, os canais são os sites superarj.rj.gov.br e rj.gov.br ou o número 0800-071-7474, que funciona de segunda a sexta, entre 8h e 20h40min, e sábado, das 8h às 14h20min.



Mais de 33 mil desempregados estão habilitados no SuperaRJ


29 de junho de 2021

 

Mais de 33 mil desempregados já receberam a confirmação de que estão habilitados no programa SuperaRJ. O resultado com os contemplados na categoria foi divulgado nesta segunda-feira, dia 28, no site superarj.rj.gov.br. Além disso, mais 22 mil pessoas inscritas no CadÚnico passaram a fazer parte do programa. A previsão é que os cartões sejam distribuídos até o dia 10 de julho.

 

O valor do benefício será de, no mínimo, R$ 200 com adicional de R$ 50 por filho menor de idade, limitado a dois filhos, podendo chegar no valor máximo de R$ 300.

 

Estão aptos a receber o benefício os trabalhadores que tenham perdido vínculo formal de trabalho com salário mensal inferior ao valor de R$ 1.501,00, no período da pandemia da Covid-19, a contar de 13 de março de 2020, e que estejam sem qualquer outra fonte de renda.

 

SuperaRJ

 

Ao todo, serão beneficiadas, com valores de R$ 200 a R$ 300, cerca de 1,4 milhão de pessoas que vivem em situação de pobreza e extrema pobreza ou que perderam empregos durante a pandemia da Covid-19. O SuperaRJ também prevê crédito de até R$ 50 mil para micro e pequenos empresários.

 

Serviço

 

Para saber se tem direito ao SuperaRJ e como obter o benefício, os canais são os sites superarj.rj.gov.br e rj.gov.br ou o número 0800-071-7474, que funciona de segunda a sexta, entre 8h e 20h40min, e sábado, das 8h às 14h20min.



Mais de 33 mil desempregados estão habilitados no SuperaRJ


29 de junho de 2021

 

Mais de 33 mil desempregados já receberam a confirmação de que estão habilitados no programa SuperaRJ. O resultado com os contemplados na categoria foi divulgado nesta segunda-feira, dia 28, no site superarj.rj.gov.br. Além disso, mais 22 mil pessoas inscritas no CadÚnico passaram a fazer parte do programa. A previsão é que os cartões sejam distribuídos até o dia 10 de julho.

 

O valor do benefício será de, no mínimo, R$ 200 com adicional de R$ 50 por filho menor de idade, limitado a dois filhos, podendo chegar no valor máximo de R$ 300.

 

Estão aptos a receber o benefício os trabalhadores que tenham perdido vínculo formal de trabalho com salário mensal inferior ao valor de R$ 1.501,00, no período da pandemia da Covid-19, a contar de 13 de março de 2020, e que estejam sem qualquer outra fonte de renda.

 

SuperaRJ

 

Ao todo, serão beneficiadas, com valores de R$ 200 a R$ 300, cerca de 1,4 milhão de pessoas que vivem em situação de pobreza e extrema pobreza ou que perderam empregos durante a pandemia da Covid-19. O SuperaRJ também prevê crédito de até R$ 50 mil para micro e pequenos empresários.

 

Serviço

 

Para saber se tem direito ao SuperaRJ e como obter o benefício, os canais são os sites superarj.rj.gov.br e rj.gov.br ou o número 0800-071-7474, que funciona de segunda a sexta, entre 8h e 20h40min, e sábado, das 8h às 14h20min.

 Fórum Municipal de Política Cultural terá mais um encontro virtual nesta quinta (1º)

Yahoo/Entrada
  • Prefeitura de São Pedro da Aldeia <ascom@pmspa.rj.gov.br>
    Para:Cultura PMSPA
    ter., 29 de jun. às 20:43


    Fórum Municipal de Política Cultural terá mais um encontro virtual nesta quinta (1º)  

    Artistas e agentes culturais da cidade estão convocados a participar da reunião, a partir das 19h, via Google Meet  

     

    O Fórum Permanente de Política Cultural de São Pedro da Aldeia realiza, nesta quinta-feira (1º), às 19h, mais um encontro virtual com o objetivo de deliberar os planos de ações e de debates dos eixos temáticos para a próxima Conferência Municipal de Cultura, prevista para acontecer este ano. A pauta da reunião extraordinária inclui, ainda, os informes gerais do órgão.  

    A participação no encontro é aberta a todos os trabalhadores da Cultura do município. Os interessados devem preencher um formulário de confirmação de presença, disponibilizado no site da Prefeitura (www.pmspa.rj.gov.br), informando nome, e-mail e telefone de contato. A reunião acontecerá via plataforma do Google Meet e o link para acesso será enviado, via WhatsApp, para os inscritos.  

    “Teremos mais uma reunião para deliberar assuntos importantes para auxiliar o Poder Público no que diz respeito à próxima Conferência. Vale destacar que, desta vez, a Conferência terá a participação direta da sociedade civil e, por isso, é muito importante que os fazedores de Cultura estejam presentes”, destacou a presidente do Fórum Permanente de Política Cultural, Juliane Carvalho.  

     

    Conferência Municipal de Cultura  


    Coordenada pela Secretaria Adjunta de Cultura e pelo Conselho Municipal de Política Cultural, a Conferência Municipal de Cultura é uma instância de participação social e de articulação entre o governo municipal e a sociedade civil, por meio de organizações culturais e segmentos sociais. Este ano, devido à pandemia, o evento acontecerá de forma exclusivamente on-line.  

    A conferência é realizada com o objetivo de analisar a conjuntura da área cultural do município e propor diretrizes para a formulação de políticas públicas de Cultura, que vão compor o Plano Municipal de Política Cultural. Durante o evento, haverá a eleição dos novos conselheiros para mandato de dois anos.  

    Também é de responsabilidade da conferência analisar, aprovar moções, proposições e avaliar a execução das metas relacionadas ao Plano Municipal de Política Cultural e às respectivas revisões ou adequações.  

    Para dúvidas e mais informações, a população pode entrar em contato com o Fórum pelo e-mail forumdeculturaspa@gmail.com.  


    --
    ASCOM/PMSPA
    Texto: Raíra Morena
    www.pmspa.rj.gov.br

 UN

SECRETARIA MUNICIPAL DE ESPORTES DE TRAJANO REALIZA MANUTENÇÃO NO CAMPO DE FUTEBOL DE TAPERA

A prefeitura de Trajano de Moraes, através da Secretaria Municipal de Esportes, tem realizado de forma gradual, a manutenção, com a roçada e capina nos campos de futebol do município. Recentemente o campo da localidade de Vila da Grama – Tapera, recebeu a iniciativa, que contou com a parceria da Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos. O secretário da pasta, Guilherme Lage, esteve no local e acompanhou os serviços de perto.

“A iniciativa é feita com a finalidade de que os locais não fiquem abandonados, visto que os campeonatos estão suspensos por conta das medidas de prevenção à Covid-19. Nossa meta é manter todos os locais em condições de uso. O campo de Tapera, por exemplo, é extenso e requer uma atenção especial, ou seja, exige um tratamento diferenciado”, explicou.

Ainda de acordo com Guilherme Lage, o trabalho, além de promover a segurança evitando que nos campos circulem roedores e cobras, ainda torna o ambiente visualmente mais agradável. “Quero agradecer o prefeito Rodrigo Viana por estar sempre apoiando o esporte. Destaco que a prefeitura está cumprindo a sua parte para proporcionar qualidade de vida aos trajanenses. Espero que a população também contribua e não faça aglomerações nos campos durante esse período de pandemia”, solicitou.

Com essas medidas de manutenção, a prefeitura entrega para a comunidade mais um espaço que até então estava por conta da pandemia, impossibilitado de ser utilizado para o esporte e lazer. “Vale dizer que nosso cronograma de ações contemplará outros campos. Na medida em que encerrarmos em uma localidade, iremos atender às outras que estão no planejamento. Estamos aqui para promover trabalhos de recuperação visando à utilização desses locais pela população em breve”, concluiu o secretário.


 

A COVID me pegou por engano

877

*por Claudia Queiroz

O vírus chinês me acertou sem querer. Eu não era alvo pra ele. Não tenho comorbidades, sou saudável em todos os sentidos, da alimentação à atividade física diária, sem contar que nunca fumei, usei drogas ou qualquer coisa parecida… Mas passei na frente dele, respirei e tive que driblar a morte.

Sem padrão, como boa parte do que vem daquele país, o coronavírus me acertou em cheio. Não perdi olfato ou paladar, não tive coriza ou sintomas gripais, mas senti um peso no peito que era esquisito. E foi praticando meu treino que percebi que havia algo estranho. Depois de alguns dias, a respiração começou a ficar escassa. Puxar o ar com a saturação caindo e a febre alta, que não cedia, era sufocante. Os pulmões foram 80% comprometidos e respirar só era possível com a maior potência do oxigênio hospitalar.

Mas sobrevivi e vou contar aqui sobre a experiência benigna que essa “batalha naval mundial”, que escolhe aleatoriamente quem vai e quem fica, deixou como lição pra mim.

Na véspera da minha internação, meu marido, Jacyr Leal, precisou ser internado no Hospital Nossa Sra. das Graças. Temos uma filha de 4 anos, que viu a imagem da Santa na fachada do pronto atendimento. Pedimos a ela pelo milagre de salvar o papai. Choramos e voltamos pra casa. De madrugada eu ardia em febre e minha saturação caía. Chamei minha funcionária para vir trabalhar bem cedo. Havíamos nos isolado de todos, porém era preciso a ajuda dela com a pequena. Mandei mensagem para minha mãe, pedindo que viesse pra minha casa quando acordasse, porque eu iria internar (só não sabia aonde).

Arrumei minha mochila e me despedi da filhinha, vertendo lágrimas e sem forças para segurá-la no colo. Ela não queria me deixar sair e estava com medo de perder a família dela, uma vez que o papai já estava no hospital (e desta vez não era para abrir as portas do céu e trazer mais um neném, como ele sempre faz. Ele é obstetra).

A ambulância chegou e eu mal conseguia me sentar na poltrona do hall do prédio onde moramos para ser atendida. Deitar naquele chão gelado parecia mais seguro… Triste fim, pensava eu, num momento solitário. Até que fui colocada na ambulância sob a condição de ter um acompanhante da minha família para dar entrada ao hospital que abrisse vaga.

Estavam todos lotados. Eu não respirava quase. Até que por milagre abriu uma vaga no Hospital Sugisawa. De repente, de dentro da ambulância, minha mãe apareceu. Evidentemente que com o coração na mão, sentou-se na frente com o motorista e me acompanhou nessa saga vestida da lealdade e da inimaginável fortaleza materna.

Só que uma doença altamente transmissível como essa poderia flertar com ela se chegasse perto de mim. Que medo! No entanto, naquele momento eu entreguei pra Deus minha vida e o que aconteceria na sequência. Já não me cabia mais recurso algum além da fé.

Separadas fisicamente no Pronto Atendimento do hospital, eu estava na maca e ela, literalmente “peticionando” para Deus não me deixar partir, pois Ele já havia levado meu tio, irmão dela, há poucos meses por essa maldita pandemia. Sem eu saber, ver ou ouvir qualquer coisa, ela moveu anjos do céu e da terra pela minha vida. Grupos de orações por todos os lados nos deram forças para superar essa batalha.

Não era a minha hora

No quarto, sem direito a acompanhante e com a comida horrível com louvor (alguns médicos concordavam comigo sobre o sabor das refeições eca), eu pausei o tempo por uma semana inteira, mergulhada na dúvida da recuperação. E enquanto isso, minha mãe era firme, cheia de certezas e positividade, que eu iria vencer mais essa guerra.

Junto com algumas comidinhas, chinelos e pijamas, ela me mandou alguns mimos. Um desenho lindo, feito pela minha filha Gabriella, a mensageira de Deus que me ilumina diariamente… A obra de arte colorida da filhinha foi grudada na frente de uma gravura que enfeitava a parede e “olhava pra mim o tempo todo”. A boneca “bebezinho” com roupinha da Gabi quando era pequena e a imagem de Nossa Sra. das Graças em gesso, no formato angelical de uma criança, foram minhas companheiras. Da angústia à saudade, da dor à esperança, eu abraçava minhas mascotes e lembrava de tudo o que aquilo representava.

Minha mãe estava lembrando que me daria quantas vidas fossem necessárias até que a missão por aqui terminasse, deixando claro que não era hora agora. A boneca fazia as vezes da filhinha. A imagem da santa era a conexão com meu marido, que também não podia me deixar viúva. Que dias! Quanto sofrimento! Quanto aprendizado.

Envolta de muito amor, nas preces de tanta gente querida, os médicos encontraram uma saída milagrosa para o período agudo e inflamatório. Usaram em mim um medicamento que paralisa o avanço do coronavírus e entrega um bálsamo anti-inflamatório para corpo e alma. Este remédio, aliás, deveria estar acessível a TODOS os pacientes de COVID e não ser encontrado nos garimpos de quem tem acesso a ele.

Conforme a promessa medicamentosa, a febre foi baixando, bem como a necessidade de oxigênio e o mal-estar geral em 48h. A alta hospitalar veio como consequência de uma sucessão de milagres, mesmo com um pequeno derrame no coração (acho que meu coração chorou de emoção ao saber o quanto sou amada).

Viver o agora é a coisa mais urgente que temos a fazer para não pausar a vida. Porque nenhum inimigo é maior que a fé de uma mãe. Da minha mãe Noemia, de Maria mãe de Jesus e de todas que sabem honrar a confiança recebida do céu pelo nascimento dos seus filhos.

Depois de tudo isso, meu olhar diante da minha mãe aumentou ainda mais a admiração na força que ela tem, dando conta da neta, dos apuros, dos medos, sem perder a fé nem por um segundo. Essa conexão maior ficou fortalecida pela gratidão. E o amor? Ele é o responsável por todos os milagres que vivemos diariamente.

Claudia Queiroz é jornalista.

 

A COVID me pegou por engano

877

*por Claudia Queiroz

O vírus chinês me acertou sem querer. Eu não era alvo pra ele. Não tenho comorbidades, sou saudável em todos os sentidos, da alimentação à atividade física diária, sem contar que nunca fumei, usei drogas ou qualquer coisa parecida… Mas passei na frente dele, respirei e tive que driblar a morte.

Sem padrão, como boa parte do que vem daquele país, o coronavírus me acertou em cheio. Não perdi olfato ou paladar, não tive coriza ou sintomas gripais, mas senti um peso no peito que era esquisito. E foi praticando meu treino que percebi que havia algo estranho. Depois de alguns dias, a respiração começou a ficar escassa. Puxar o ar com a saturação caindo e a febre alta, que não cedia, era sufocante. Os pulmões foram 80% comprometidos e respirar só era possível com a maior potência do oxigênio hospitalar.

Mas sobrevivi e vou contar aqui sobre a experiência benigna que essa “batalha naval mundial”, que escolhe aleatoriamente quem vai e quem fica, deixou como lição pra mim.

Na véspera da minha internação, meu marido, Jacyr Leal, precisou ser internado no Hospital Nossa Sra. das Graças. Temos uma filha de 4 anos, que viu a imagem da Santa na fachada do pronto atendimento. Pedimos a ela pelo milagre de salvar o papai. Choramos e voltamos pra casa. De madrugada eu ardia em febre e minha saturação caía. Chamei minha funcionária para vir trabalhar bem cedo. Havíamos nos isolado de todos, porém era preciso a ajuda dela com a pequena. Mandei mensagem para minha mãe, pedindo que viesse pra minha casa quando acordasse, porque eu iria internar (só não sabia aonde).

Arrumei minha mochila e me despedi da filhinha, vertendo lágrimas e sem forças para segurá-la no colo. Ela não queria me deixar sair e estava com medo de perder a família dela, uma vez que o papai já estava no hospital (e desta vez não era para abrir as portas do céu e trazer mais um neném, como ele sempre faz. Ele é obstetra).

A ambulância chegou e eu mal conseguia me sentar na poltrona do hall do prédio onde moramos para ser atendida. Deitar naquele chão gelado parecia mais seguro… Triste fim, pensava eu, num momento solitário. Até que fui colocada na ambulância sob a condição de ter um acompanhante da minha família para dar entrada ao hospital que abrisse vaga.

Estavam todos lotados. Eu não respirava quase. Até que por milagre abriu uma vaga no Hospital Sugisawa. De repente, de dentro da ambulância, minha mãe apareceu. Evidentemente que com o coração na mão, sentou-se na frente com o motorista e me acompanhou nessa saga vestida da lealdade e da inimaginável fortaleza materna.

Só que uma doença altamente transmissível como essa poderia flertar com ela se chegasse perto de mim. Que medo! No entanto, naquele momento eu entreguei pra Deus minha vida e o que aconteceria na sequência. Já não me cabia mais recurso algum além da fé.

Separadas fisicamente no Pronto Atendimento do hospital, eu estava na maca e ela, literalmente “peticionando” para Deus não me deixar partir, pois Ele já havia levado meu tio, irmão dela, há poucos meses por essa maldita pandemia. Sem eu saber, ver ou ouvir qualquer coisa, ela moveu anjos do céu e da terra pela minha vida. Grupos de orações por todos os lados nos deram forças para superar essa batalha.

Não era a minha hora

No quarto, sem direito a acompanhante e com a comida horrível com louvor (alguns médicos concordavam comigo sobre o sabor das refeições eca), eu pausei o tempo por uma semana inteira, mergulhada na dúvida da recuperação. E enquanto isso, minha mãe era firme, cheia de certezas e positividade, que eu iria vencer mais essa guerra.

Junto com algumas comidinhas, chinelos e pijamas, ela me mandou alguns mimos. Um desenho lindo, feito pela minha filha Gabriella, a mensageira de Deus que me ilumina diariamente… A obra de arte colorida da filhinha foi grudada na frente de uma gravura que enfeitava a parede e “olhava pra mim o tempo todo”. A boneca “bebezinho” com roupinha da Gabi quando era pequena e a imagem de Nossa Sra. das Graças em gesso, no formato angelical de uma criança, foram minhas companheiras. Da angústia à saudade, da dor à esperança, eu abraçava minhas mascotes e lembrava de tudo o que aquilo representava.

Minha mãe estava lembrando que me daria quantas vidas fossem necessárias até que a missão por aqui terminasse, deixando claro que não era hora agora. A boneca fazia as vezes da filhinha. A imagem da santa era a conexão com meu marido, que também não podia me deixar viúva. Que dias! Quanto sofrimento! Quanto aprendizado.

Envolta de muito amor, nas preces de tanta gente querida, os médicos encontraram uma saída milagrosa para o período agudo e inflamatório. Usaram em mim um medicamento que paralisa o avanço do coronavírus e entrega um bálsamo anti-inflamatório para corpo e alma. Este remédio, aliás, deveria estar acessível a TODOS os pacientes de COVID e não ser encontrado nos garimpos de quem tem acesso a ele.

Conforme a promessa medicamentosa, a febre foi baixando, bem como a necessidade de oxigênio e o mal-estar geral em 48h. A alta hospitalar veio como consequência de uma sucessão de milagres, mesmo com um pequeno derrame no coração (acho que meu coração chorou de emoção ao saber o quanto sou amada).

Viver o agora é a coisa mais urgente que temos a fazer para não pausar a vida. Porque nenhum inimigo é maior que a fé de uma mãe. Da minha mãe Noemia, de Maria mãe de Jesus e de todas que sabem honrar a confiança recebida do céu pelo nascimento dos seus filhos.

Depois de tudo isso, meu olhar diante da minha mãe aumentou ainda mais a admiração na força que ela tem, dando conta da neta, dos apuros, dos medos, sem perder a fé nem por um segundo. Essa conexão maior ficou fortalecida pela gratidão. E o amor? Ele é o responsável por todos os milagres que vivemos diariamente.

Claudia Queiroz é jornalista.

 JUN

IPTU DE TRAJANO COM DESCONTO DE 10% PARA QUEM PAGAR ATÉ DIA 12 DE JULHO

Contribuintes que pagarem a cota única até 12 de julho terão 10% de desconto. Devido à pandemia do coronavírus, a prefeitura está ofertando aos contribuintes o parcelamento em três vezes. O IPTU é uma importante fonte de renda para o município, quanto maior a arrecadação, maiores serão os benefícios para os moradores da cidade.

Embora grande parte da população não saiba, mas diversas obras realizadas no município pela administração municipal são feitas através dos recursos provenientes do Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU).

Neste ano, o contribuinte poderá retirar seu IPTU de forma online. Basta acessar o site da prefeitura de Trajano de Moraes através do endereço www.trajanodemoraes.rj.gov.br e clicar no ícone IPTU 2021. Na nova página que irá abrir você clica em IPTU e poderá consultar pelo Número da Inscrição, CPF ou CNPJ. Aí é só clicar na cota desejada e clicar em Imprimir.

De acordo com o prefeito Rodrigo Viana, os carnês serão enviados via Correios, mas ressalta que devido a pandemia do novo coronavírus Covid-19 a entrega pode chegar com atraso, por isso pede a todos os contribuintes que não receberem o carnê de IPTU até o dia 12 de julho que emitam pela internet ou procurem a Superintendência de Arrecadação e Tributação para evitar a incidência de juros após o vencimento.

“O contribuinte também pode solicitar o envio por e-mail através do telefone (22) 2564-1110 ou pelo e-mail tributos@trajanodemoraes.rj.gov.br. Ressaltamos ainda a importância de pagar o IPTU em dia, evitando assim a cobrança de multas e juros e a inscrição em dívida ativa, que pode acarretar em cobrança judicial. Se o contribuinte possui alguma pendência junto a prefeitura, procure a Superintendência de Arrecadação e Tributação para se regularizar”, explicou.

 

 

Projeto Primeiros Passos será analisado na Câmara Municipal

Projeto Primeiros Passos será analisado na Câmara Municipal

O projeto de lei que prevê a criação do Programa Primeiros Passos, em Quissamã, foi entregue nesta terça-feira (29), na sede da prefeitura, aos vereadores para análise e votação na Câmara Municipal. O programa beneficiará com transferência de renda de R$250 mensais a cerca de 300 famílias com crianças de zero a 7 anos. O projeto tem ainda como proposta fortalecer o comércio local, gerando emprego e renda.

A prefeita Fátima Pacheco enfatiza que o programa garantirá complemento nutricional às crianças nesta faixa etária. O modelo do programa prevê que o valor seja creditado em um cartão e somente usado em padarias na compra de insumos do café da manhã e da tarde. Participaram da reunião o presidente da Câmara, Marcinho Pessanha, e os vereadores Adeilson Lopinho, Leone Cordeiro, Cássio Reis, Fábio Castro, Rildo, Ailson Belarmino, Simone Flores e Mazinho Batista.

"As famílias que serão beneficiadas atendem os requisitos deste projeto e são cadastradas nos CRAS. O Programa Primeiros Passos vai preencher uma lacuna na assistência, atendendo com transferência de renda uma faixa etária até então não contemplada nos programas. Não tenho dúvidas de que esse programa vai promover a inclusão e cidadania dessas crianças numa fase tão importante para o desenvolvimento nutricional delas", destacou a prefeita.

A secretária de Assistência Social, Tânia Magalhães, explica que Quissamã desenvolve o programa Criança Feliz, do Governo Federal, que acompanha com visitas 180 famílias que têm crianças de 0 a 3 anos. "No Criança Feliz, as equipes fazem visitas para saber se está tendo atendimento na rede de saúde, educação. Não há transferência de renda como está previsto no programa Primeiros Passos. Vamos absorver esse público e ampliando para a faixa etária de 4 a 7 anos. Esse é um passo importante para o atendimento às pessoas em vulnerabilidade social", disse Tânia Magalhães.

Atualmente, a Prefeitura de Quissamã possui dois programas atendendo com transferência de renda, famílias com crianças de 7 a 14 anos, Agente Mirim e jovens de 15 a 18, Jovens em Ação. E está em andamento a seleção dos beneficiários do programa Juventude Ativa que oferecerá cursos e vai auxiliar com um salário mínimo jovens, também em situação de vulnerabilidade, na busca pelo primeiro emprego.