sábado, 1 de novembro de 2014

Patrícia Poeta se despede do Jornal Nacional



Postado em 01 nov 2014
(Acompanhe as publicações do DCM no Facebook. Curta aqui).
Sobre o Autor
Diretor-adjunto do Diário do Centro do Mundo. Jornalista e músico. Foi fundador e diretor de redação da Revista Alfa; editor da Veja São Paulo; diretor de redação da Viagem e Turismo e do Guia Quatro Rodas.

Motoristas de transporte público recebem orientação

Foto: Mauricio Rocha
O objetivo da palestra foi repassar para os motoristas boas práticas no trânsito
Nesta sexta-feira, dia 31, a Secretaria de Transportes Públicos, Acessibilidade e Mobilidade Urbana promove mais uma palestra de “Sensibilização da Boa Conduta no Trânsito do Transporte” aos motoristas, auxiliares e permissionários do transporte público do Município. A capacitação inclui as sugestões e reclamações encaminhadas à Prefeitura pelos passageiros. 

As palestras, que vem acontecendo duas vezes por semana, são ministradas pelo diretor de Mobilidade Urbana, da Secretaria de Transportes Públicos, Eduardo Almeida e o chefe da Divisão da Ouvidoria, Cledson Santos. A partir das demandas dos usuários do transporte, o diretor chama a atenção para a importância do cumprimento do itinerário das linhas, do controle da velocidade, respeito à gratuidade e atendimento às leis de trânsito que não permitem, por exemplo, o tráfego pelo acostamento. 

A meta é melhorar a qualidade do trânsito em Rio das Ostras e ajudar a reduzir o índice de acidentes, principalmente envolvendo ciclistas e motociclistas. 

De acordo com o secretário de Transportes Públicos, Edson Pereira, a participação da população no processo de fiscalização e informação à Prefeitura tem ajudado a melhorar a qualidade desse serviço. 

“Os passageiros são as pessoas ideais para identificar falhas, já que utilizam as vans diariamente”, completou. 

Rio das Ostras conta com cerca de 400 vans no Subsistema de Transporte Urbano, que reúne cerca de 700 profissionais do setor. A Prefeitura vem realizando as palestras educativas duas vezes por semana, as terças e sexta-feiras e serão permanentes. Na última terça, cerca de 100 profissionais participaram da palestra, na sede da Secretaria.

A Casa Do Artesanato Funciona Neste FIM De Semana Los Horário Especial



















Inaugurada recentemente los Macaé, a Casa do Artesanato, FOI Premiada comgrande Sucesso de Público. Sucesso de Vendas continuam, MESMO APOS comofestas de NatalNeste FIM de semana a Loja funcionará los Horário especial, do semper uma Partir das 9 HORAS. A Loja Que E Especializada los Peças Artesanais TEM UMA Tido boa afluência. Como proprietárias Rita de Cássia, Cecilia Maria e Maria de Lurdes, garantem o Bom Gosto das Peças apresentadas EAo Clientes e destacam inúmeras novidades Pará como festas de Fim de Ano. 

Como novidades na singela Loja Recém inaugurada, FICAM POR Conta de Peças decorativas Opaco atraem AINDA NAS Prateleiras, Onde Tudo FOI elaborado com Esmerado Bom Gosto, SEGUNDO como proprietárias.

A Casa do Artesanato ESTA localizado los Ambiente Agradável e bem localizado, o FICA na Pequenina rua Albino Soares, 45, centro da Cidade de Macaé. Para OS Clientes Que Andam motorizados, uma Opção de para chegar Mais Rápido na Loja E Seguir Pela Rua Júlio Olivier. Tem Estac Proprio. 

Fotos: Como Irmãs Rita de Cássia, Cecilia Maria e Maria de Lourdes, herdaram o Gosto Pelo artesanato from de pequeninas, when através de uma saudosa Mãe Maria José - conhecida also POR Zenita - com Esmerado talento e com doçura no Coração, ministrar Belíssimas Aulas de Trabalhos Manuais na Fundação Leão XII;I.
GAZETA DO LITORAL - TEXTO  XICO DE PAULA

Foco no abolicionista

Publicado em 31/10/2014


Divulgação CMCG
Clique na foto para ampliá-la
Máscara Mortuária do Patrocínio que está na Associação Brasileira de Imprensa (ABI): campista é considerado um dos maiores abolicionistas de todos os tempos

Da Redação com Assessoria

Primeiro foi Nilo Peçanha, o campista que chegou à Presidência do Brasil. Agora chegou a vez de direcionar o foco a outro campista ilustre: José do Patrocínio, que entrou para a História como um dos maiores abolicionistas do País, além de um dos responsáveis pela implantação da República no Brasil. E os trabalhos da equipe de produção da TV Câmara, responsável pelos documentários, já começou. 

As filmagens para este segundo desafio aconteceram, nesta semana, no Rio e em Niterói. - A Câmara é a casa do povo e dentro da nossa perspectiva de resgate cultural, entendemos a importância de eternizar, imortalizar a vida e a obra destes campistas que fizeram História- disse o presidente do legislativo, Edson Batista, ao anunciar a produção do documentário, na ocasião do lançamento do material sobre Nilo.

O primeiro a ser entrevistado foi o professor e escritor Humberto Fernandes Machado. Na sede da Universidade Federal Fluminense (UFF), ele ressaltou a figura do chamado "Tigre da Abolição": - Patrocínio é um exemplo de superação para os jovens de hoje. Ele tinha visão de futuro e não se deixou abalar pelo preconceito - ressaltou.

Em seguida, o também escritor, professor e jornalista Uelinton Alves lembrou aspectos pessoais da vida do campista. 

- A vida do patrocínio é totalmente improvável do ponto de vista pessoal e profissional. Ele sai de Campos aos 14 anos para tentar a vida no Rio, consegue estudar, se formar em farmácia e depois se tornar empresário como dono de jornal. Patrocínio importou da França o primeiro automóvel que circulou no Brasil - destacou durante as filmagens.

"Um dos grandes personagens da História do Brasil"

Uelinton Alves lembrou também que a abolição se tornou a meta da vida de Patrocínio. - Ele foi de grande importância para a luta abolicionista. Ele tinha uma visão do Brasil muito grande. É necessário que estes temas cheguem às escolas. Patrocínio sacrificou a vida dele inteira por seus ideais. Ele pensava no Brasil maior, menos rural e mais industrial - observou.

Outro que discorreu sobre vida e obra do abolicionista de Campos foi o pesquisador e colecionador George Ermakoff: -Acho que ele foi um dos grandes personagens da história do Brasil. Ele é um homem que realmente fez a diferença na abolição da escravatura no país, infelizmente pouco lembrado. Ele só pensava nisso, foi um lutador incansável na abolição - elogiou.

Ermakoff ressaltou a intensidade com que Patrocínio levou sua vida. - Ele era muito intenso em tudo que fazia. Se formou em farmácia, mas nunca quis ser farmacêutico, foi um grande jornalista e romancista. Começou a vida escrevendo os chamados ferrões, textos agressivos contra quem quer que fosse. Foi um grande orador que emocionava a todos falando contra a escravidão - disse.


FONTE: O  DIÁRIO  - 31-10-2014

Mais escolarizadas, mulheres recebem 68% da renda dos homens

Da Redação com Agências

  Tamanho da Fonte Diminuir a fonte da matéria Aumentar a fonte da matéria
Com índices de escolaridade superiores aos dos homens, as mulheres brasileiras continuam atrás quando analisados o rendimento e a inserção no mercado de trabalho, divulgou hoje (31) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na pesquisa Estatísticas de Gênero, uma análise dos resultados do Censo Demográfico 2010.
Além de terem menor taxa de analfabetismo, de 9,1% contra 9,8% dos homens, as mulheres chegam mais ao nível superior, com uma taxa de 15,1% de frequência na população de 18 a 24 anos, enquanto os homens somam 11,3%. Também no ensino médio, as mulheres estão mais presentes na idade escolar certa, de 15 a 17 anos, com 52,2% de frequência, contra 42,4% dos homens.
Outro indicador que aponta maior escolarização feminina é a taxa de abandono escolar precoce, que contabiliza os jovens de 18 a 24 anos que não concluíram o ensino médio nem estavam estudando. Esse percentual chega a 31,9% entre as mulheres e 41,1% para os homens.
Apesar desse cenário, o rendimento mensal médio das mulheres equivalia a 68% do masculino, em 2010. Para a coordenadora de População e Indicadores Sociais do IBGE, Bárbara Cobo, a delegação de tarefas às mulheres prejudica a igualdade no emprego e na renda: "por motivos que vão além das políticas educacionais e de mercado de trabalho, você não vê essa maior escolarização das mulheres sendo refletida em inserção no mercado de trabalho. Um dos principais motivos é a questão da maternidade. A mulher ainda enfrenta a questão da dupla jornada e, muitas vezes, os cuidados com pessoas da família e serviços domésticos ainda estão substancialmente a cargo delas", analisa.
Bárbara destaca que mulheres e homens têm salários parecidos no início da carreira, mas as diferenças se agravam ao longo da vida: "o desempenho dela depende da escolarização, mas também depende de políticas públicas que permitam que tenha onde deixar as crianças para trabalhar e da legislação trabalhista. Essa parte também pesa a partir do momento que as licenças maternidade e paternidade são muito diferenciadas. Em cargos de direção, você vê nitidamente a diferença de acesso entre homens e mulheres", disse a pesquisadora.
Em números absolutos, a pesquisa mostrou rendimento médio para os homens de R$ 1.587, contra R$ 1.074 das mulheres. Em 2000, a desigualdade era ainda maior, com mulheres recebendo 65% do rendimento médio dos homens. Essa melhora, no entanto, não se deu em todas as partes do país, já que, no Norte e Nordeste, a taxa caiu de 71% e 72% para 69% e 68%k, respectivamente. Os homens do Sudeste eram o grupo com maior renda, em 2010, com R$ 1.847, enquanto as mulheres do Nordeste tinham a menor, de R$ 716.
Segundo a pesquisa, Cuiabá é a capital em que a renda feminina chega mais perto da masculina, com 80%, enquanto em Curitiba a proporção fica em 63%. Entre 2000 e 2010, apenas Porto Velho e João Pessoa tiveram aumento da desigualdade de renda, com queda de 72% para 67%, na cidade nortista, e 71% para 69% na nordestina.
A taxa de atividade das mulheres com mais de 16 anos, que indica o percentual das que estão trabalhando ou procurando trabalho, cresceu entre 2000 e 2010 de 50,1% para 54,6%, enquanto a dos homens caiu de 79,7% para 75,7%. Quando analisada a formalização desse trabalho, a pesquisa mostra que os homens tiveram um crescimento maior no emprego com carteira assinada em relação as mulheres. Em 2000, 50% dos homens e 51,3% das mulheres tinham emprego formal, valores que aumentaram para 59,2% e 57,9% em 2010, respectivamente.
Entre as mulheres ocupadas, 19,2% têm nível superior, enquanto os homens somam 11,5%. Na outra ponta, 45,5% dos homens que trabalham não têm instrução ou declaram ter o ensino fundamental incompleto, taxa que é 34,8% entre as mulheres.
Outra conclusão da pesquisa é que as mulheres são maioria em áreas de formação com menor remuneração. A presença delas é maior nas áreas de educação (83%) e humanidades e artes (74,2%), as duas com menor renda média: de R$ 1.810,50 e R$ 2.223,90, respectivamente. Já na área de engenharia, produção e construção, que tem rendimento médio de R$ 5.565,10 segundo o Censo 2010, elas são apenas 21,9% das pessoas formadas. A segunda área mais bem remunerada, agricultura e veterinária, com R$ 4.310,60 de renda salarial, tem a segunda menor presença feminina (27,4%).
Da Agência Brasil.
FA