Os principais fundadores do Engenho Central de Quissamã foram:
- José Manuel Carneiro da Silva, filho de Bento Carneiro da Silva, abaixo citado, e neto do 1º barão e visconde de Araruama;
- Manuel Carneiro da Silva, 2º barão e visconde de Ururaí, genro do duque de Caxias e filho do 1º barão e visconde de Araruama;
- Conselheiro João de Almeida Pereira Filho, genro do 1º barão e visconde de Araruama;
- Eusébio de Queirós Matoso Ribeiro, filho do conselheiro Eusébio de Queirós e genro do 1º barão e visconde de Araruama;
- João José Carneiro da Silva, barão de Monte Cedro, filho do 1º barão e visconde de Araruama;
- Bento Carneiro da Silva, 2º barão, 2º visconde e conde de Araruama, filho do 1º barão e visconde de Araruama;
- Manuel de Queirós Matoso Ribeiro, também filho do conselheiro Eusébio de Queirós e genro de Manuel Carneiro da Silva, acima citado[2];
- José Ribeiro de Castro Sobrinho, sobrinho-neto do 1º barão e visconde de Araruama[3];
- Comendador Julião Ribeiro de Castro, genro e cunhado do 1º barão e visconde de Araruama;
- João Caetano Carneiro da Silva, barão e visconde de Quissamã, filho do 1º barão e visconde de Araruama;
- Inácio Francisco Silveira da Mota, barão de Vila Franca, genro do 1º barão e visconde de Araruama[2].
Os sócios-fundadores obtiveram a aprovação dos estatutos de uma sociedade anônima pelo decreto nº 6.033 de 6 de novembro de 1875, assinado por D. Pedro II e referendado pelo conselheiro Tomás José Coelho de Almeida, Ministro da Agricultura, Comércio e Obras Públicas, nascido em Campos dos Goytacazes e aparentado das grandes famílias da região de Quissamã. O capital social inicial foi de 700 contos de réis.

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