Novo tipo de fertilizante é testado no Paraná
O teste industrial comprovou ainda que, além de minimizar a perdas de amônia presente na ureia por volatilização (quando parte da substância vai para o ar em vez de ir para o solo), reduz outros efeitos associados, como a queima das folhas. Na prática, o aditivo atua controlando a degradação da ureia, dando mais tempo para a incorporação de nitrogênio ao solo por meio de chuva, da irrigação ou de ação mecânica.
A próxima etapa do projeto de pesquisa prevê a realização de testes agronômicos em laboratório e no campo. Também estão previstos novos experimentos e ajustes operacionais para produção do fertilizante também nas unidades de Sergipe, Bahia e do Mato Grosso. Serão avaliados, ainda, o período de validade e o efeito da temperatura na armazenagem sobre o produto.
A ureia é um fertilizante agrícola produzido a partir de gás natural que, por meio de um processo químico, é transformado em amônia, que, por sua vez, é insumo para produção de fertilizantes nitrogenados (além de ureia, sulfato de amônio e nitrato de amônio). A ureia atua como fonte de nitrogênio e possibilita a complementação da quantidade necessária desse elemento no solo.
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