Refinaria Lubrificantes e Derivados do Nordeste (Lubnor) completa 50 anos
Este perfil representou, no ano passado, uma produção de 200 mil toneladas de asfalto e 57 mil m3 de lubrificantes naftênicos, produtos utilizados na fabricação de óleos isolantes para transformadores, graxas lubrificantes, fluídos de corte, óleos para compressores e óleos para amortecedores. Podem também ser empregados como plastificante de borracha.
Ao longo dos anos, seu parque industrial passou por várias ampliações, com a instalação de novas unidades de processo, o que levou a Lubnor a contar, atualmente, com uma Unidade de Lubrificantes (ULUB), uma Unidade de Processamento de Gás Natural (UPGN) e uma Unidade de Vácuo (UVAC).
História
A Refinaria Lubrificantes e Derivados do Nordeste (Lubnor) começou sua história com a instalação da Fábrica de Asfalto de Fortaleza (Asfor), em 1966. O objetivo era produzir asfalto para atender à demanda do Nordeste, tendo em vista a dificuldade de transporte desse tipo de derivado de petróleo. A capacidade de refino da Unidade de Vácuo (UVAC), na época, era de aproximadamente 2,8 mil barris de petróleo pesado por dia.
Em 1982, foi inaugurado o Píer Petroleiro do Mucuripe e instalado o Terminal de Granéis Líquidos, onde passaram a atracar navios de grande porte da nossa frota, transportando derivados para abastecimento dos Estados do Ceará, Maranhão, Piauí, Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco.
No decorrer dos anos, a fábrica passou por ampliações da sua capacidade de processamento e instalação de novas unidades em sua planta. Em 1987, foi instalada a Unidade de Processamento de Gás Natural (UPGN). Em 1998, a Unidade de Lubrificantes (ULUB), o que levou à mudança do nome de Asfor para Lubnor. Em 2009, houve a instalação do Núcleo Experimental de Fortaleza (NUEF), que desenvolve projetos na área de bioprodutos e biolubrificantes a partir de biomassa.
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