Sepultado corpo do juiz aposentado Élvio Granja
Publicado em 10/01/2014
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Foi sepultado no final da tarde desta sexta-feira (10/1), no Cemitério Campo da Paz, no Parque São Benedito, em Campos, o corpo do juiz aposentado e professor Élvio Granja de Abreu. Ele faleceu aos 76 anos, na última quinta-feira, após lutar contra um câncer no pulmão. Dezenas de amigos, além de familiares, compareceram ao velório para o último adeus ao jurista. Segundo um dos filhos de Élvio, o advogado João Paulo Sá Granja de Abreu, foi uma grande perda.
João Paulo relatou que a descoberta da doença ocorreu em novembro do ano passado. Élvio foi se tratar no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo. "A doença se agravou e optamos por trazê-lo de volta a Campos. Ele chegou no sábado (4/1) à noite bastante debilitado, quase não falava. Na terça-feira (7/1) o quadro dele se agravou e foi encaminhado ao Hospital Escola Álvaro Alvim (HEAA), onde ficou até falecer", relatou.
O advogado confessa que perdeu seu melhor amigo. "Era uma pessoa com a qual eu me identificava em todas as áreas. Vai deixar uma lacuna muito grande, pois foi um grande mestre, uma referência em todos os campos". Além de João Paulo, Élvio deixa mais três filhos: Élvio Junior, Fernanda e Maria Estela.
Histórico - Élvio Granja chegou atuar como cantor de rádio na cidade de São Paulo na década de 70, mas depois de cursar direito, foi aprovado em concurso como promotor de justiça para a área criminal, cargo que exerceu no Estado do Espírito Santo, para onde se transferiu. Nas décadas de 80 e 90, respondeu como coo-titular da 2ª Vara Criminal da Comarca de Campos, atuando no mesmo período do juiz Dacione Nunes, o então juiz titular da 1ª Vara Criminal. Foi professor de Direito Penal na Faculdade de Direito de Campos (FDC) e coordenador do Curso de Direito na Faculdade Estácio de Sá, na mesma cidade.
TEXTO:O DIÁRIO- CAMPOS RJ,
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