Alunos da rede pública do Rio fazem assembleia paralela à de professores em greve
Da Redação com Agências |
Em meio à greve dos profissionais de educação no estado do Rio de Janeiro, alunos de escolas públicas fazem hoje (11), pela primeira vez, uma assembleia paralela à dos servidores. Além de dar apoio à greve – que completa dez dias neste sábado (12) – os estudantes se organizam para cobrar melhorias estruturais nos colégios, merenda em tempo integral e material para as aulas. Desde o início da paralisação, eles participam de protestos no centro do Rio e em todo o estado.
“As escolas estaduais estão sem condições de ter aula e os estudantes sentem isso”, afirma a presidenta da Associação Municipal do Estudantes Secundaristas (Ames), Isabela Queiroz, uma das organizadoras da assembleia, juntamente com grêmios estudantis, coletivos da juventude e da própria União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), da qual ela faz parte.
Inspirados nos estudantes de Goiás e São Paulo, onde unidades foram ocupadas por jovens que chegaram a acampar nas escolas, a ideia dos estudantes do Rio é ouvir relatos de problemas e unificar as reivindicações. Ouvidos pela Agência Brasil, alunos relatam precariedade nas instalações de ensino e cobram material básico para as aulas, como impressoras e até canetas e apagadores.
Outro problema recorrente é a demora na emissão do Riocard, usado para pagar a passagem de ônibus. Muitas vezes, alunos contam com a boa vontade de motoristas para embarcar, em outras, não.
A Secretaria Estadual de Educação reconhece problemas de infraestrutura e estima serem necessários recursos de R$ 1 bilhão para resolvê-los. A pasta solicitou reparos nos equipamentos quebrados em Seropédica e informou que em cada sala de aula há, pelo menos, um ar-condicionado. Também negou problemas no Riocard e afirmou que o sistema funciona normalmente.
A assembleia dos estudantes comelou às 10h, em local próximo ao marcado pelos servidores da educação, na Praça Afonso Pena, na Tijuca. Eles chegaram ao local nos mesmos ônibus que os servidores, que se reuniram no Clube Municipal, no mesmo bairro.
C/AGÊNCIA BRASIL
MS
“As escolas estaduais estão sem condições de ter aula e os estudantes sentem isso”, afirma a presidenta da Associação Municipal do Estudantes Secundaristas (Ames), Isabela Queiroz, uma das organizadoras da assembleia, juntamente com grêmios estudantis, coletivos da juventude e da própria União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), da qual ela faz parte.
Inspirados nos estudantes de Goiás e São Paulo, onde unidades foram ocupadas por jovens que chegaram a acampar nas escolas, a ideia dos estudantes do Rio é ouvir relatos de problemas e unificar as reivindicações. Ouvidos pela Agência Brasil, alunos relatam precariedade nas instalações de ensino e cobram material básico para as aulas, como impressoras e até canetas e apagadores.
Outro problema recorrente é a demora na emissão do Riocard, usado para pagar a passagem de ônibus. Muitas vezes, alunos contam com a boa vontade de motoristas para embarcar, em outras, não.
A Secretaria Estadual de Educação reconhece problemas de infraestrutura e estima serem necessários recursos de R$ 1 bilhão para resolvê-los. A pasta solicitou reparos nos equipamentos quebrados em Seropédica e informou que em cada sala de aula há, pelo menos, um ar-condicionado. Também negou problemas no Riocard e afirmou que o sistema funciona normalmente.
A assembleia dos estudantes comelou às 10h, em local próximo ao marcado pelos servidores da educação, na Praça Afonso Pena, na Tijuca. Eles chegaram ao local nos mesmos ônibus que os servidores, que se reuniram no Clube Municipal, no mesmo bairro.
C/AGÊNCIA BRASIL
MS
Nenhum comentário:
Postar um comentário