sábado, 6 de setembro de 2014

A vida de Nilo em filme

Publicado em 06/09/2014


VIVIANNE CHAGAS/DIVULGAÇÃO
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Galeria dos ex-presidentes, no Museu da República, Palácio do Catete, mostra a foto do campista Nilo Peçanha, o primeiro desta sequência

Da Redação c/ Assessoria

Passagens importantes da vida e da obra do ilustre campista Nilo Peçanha vão parar em um documentário. A equipe da TV Câmara Campos trabalha na produção do projeto, que trará material inédito, contando com a participação de historiadores de Campos, Niterói e do Rio de Janeiro. 

Recentemente a equipe viajou em busca de filmagens no Museu do Ingá e no Museu da República. O material apurado nesta visita agora segue para a edição onde será somado a outros depoimentos e imagens que possam enriquecer o trabalho.

O Museu de História e Artes do Estado do Rio de Janeiro, também conhecido como Museu do Ingá, em Niterói, fica no Palacete Sande, adquirido em 1903 por Nilo, na época presidente da Assembléia Legislativa e futuro governador, para ser a sede do governo fluminense, afirmando Niterói como a capital do estado do Rio de Janeiro.

No Ingá, a coordenadora do Centro de Estudos de História Fluminense, Andréa Telo da Corte, falou sobre a compra do palacete e o perfil político do campista que nasceu no dia 2 de outubro de 1867 e que chegou à presidência da República. - Nilo deixou sua marca na política nacional e uma herança pleiteada por muitos políticos que surgiram depois - comentou a coordenadora.

Já o Museu da República fica no Palácio do Catete, no Rio de Janeiro. Em seu entorno, o espaço documenta dois períodos distintos da história política e social da cidade do Rio de Janeiro e do país: o Brasil Império e a vida urbana das elites cafeicultoras e escravocratas; o Brasil Republicano e o dia a dia do poder no bairro carioca do Catete.

No palácio, onde também fica o quarto em que Getúlio Vargas cometeu suicídio, a coordenadora do Arquivo do Museu da República, Sílvia Pinho, falou sobre o final da presidência de Nilo Peçanha e seus últimos anos de vida. - Nilo tinha um projeto de política nacional. Ele sabia da importância da propaganda e rodou o país em campanha, algo nunca visto naquela época - explicou.

Nilo Procópio Peçanha cursou o 1º grau em Campos e assumiu a presidência aos 41 anos de idade. Ele morreu no Rio de Janeiro em 1924.

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